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O melhor chá do mundo!

O melhor chá do mundo existe e é utilizado há milhares de anos mas provavelmente você nunca ouviu falar ou experimentou.

O melhor chá do mundo vem da árvore do rei das frutas. Muitas pessoas estão familiarizadas com as frutas tropicais doces que vêm das mangueiras, mas as folhas das mangueiras também são comestíveis.

As folhas verdes jovens da manga são muito macias, por isso são cozidas e consumidas em algumas culturas. Por serem consideradas muito nutritivas, as folhas também são utilizadas para fazer chás e suplementos.

As folhas de Mangífera indica, uma espécie específica de manga, têm sido usadas em práticas de cura como Ayurveda e medicina tradicional chinesa há milhares de anos!

As folhas de manga contêm vários compostos vegetais benéficos, incluindo polifenóis e terpenoides.

Os terpenoides são importantes para uma boa visão e saúde imunológica. Eles também são antioxidantes, que protegem as células de moléculas prejudiciais chamadas radicais livres.

Enquanto isso, os polifenóis têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Algumas pesquisas sugerem que eles melhoram as bactérias intestinais e ajudam a tratar ou prevenir doenças como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e câncer.

A mangiferina, um polifenol encontrado em muitas plantas, mas em quantidades especialmente elevadas na manga e nas folhas de manga, é creditada com inúmeros benefícios.

Estudos o investigaram como um agente antimicrobiano e potencial tratamento para tumores, diabetes, doenças cardíacas e anormalidades na digestão de gordura.

Estudos em animais sugerem que as propriedades anti-inflamatórias das folhas de manga podem até proteger o cérebro de doenças como Alzheimer ou Parkinson.

Emagrece?

Estudos sugerem que o extrato de folha de manga pode ajudar a controlar a obesidade, o diabetes e a síndrome metabólica, interferindo no metabolismo da gordura.

Vários estudos em animais descobriram que o extrato de folhas de manga inibe o acúmulo de gordura nas células dos tecidos. Outro estudo em ratos mostra que as células tratadas com extrato de folha de manga apresentavam níveis mais baixos de depósitos de gordura e níveis mais elevados de adiponectina.

A adiponectina é uma adipocina que desempenha um papel no metabolismo da gordura e na regulação do açúcar no corpo. Níveis mais elevados podem proteger contra a obesidade, câncer e doenças cardiovasculares.

Num estudo de 12 semanas com 97 adultos com excesso de peso, aqueles que receberam 150 mg de mangiferina diariamente tiveram níveis mais baixos de gordura no sangue e tiveram resultados significativamente melhores num índice de resistência à insulina do que aqueles que receberam placebo.

Várias revisões demonstram que a mangiferina e ligananas presentes nas folhas de manga podem ter potencial anticancerígeno, pois combate o estresse oxidativo e inflamação.

A folha da manga e outras partes da planta também podem ser usadas para ajudar em úlceras estomacais e outros problemas digestivos.

“ A folha da manga também pode ajudar a melhorar a qualidade da pele e cabelo devido ao efeito anti-oxidante e presença de carotenóides. Estudos em animais evidenciaram uma melhora e aumento na produção de colágeno. Existe também estudos para tratamento de psoríase. O chá de folha de manga tem muitos benefícios e até o momento nenhuma contra-indicação.”- Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Como fazer:

10-15 folhas de manga

150mL de água

Ferver a água. Acrescentar as folhas de manga e deixar ferver durante 4 a 5 minutos.

Quer incrementar?

Pode adicionar um pouco de cúrcuma, gengibre e mel.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

 

 

World diabetes day; sugar in wooden bowl and stethoscope on dark background

Tem dúvidas se vale a pena cortar o açúcar? Este post é para você

World diabetes day; sugar in wooden bowl and stethoscope on dark background

O açúcar é muito consumido no mundo tanto de forma direta quanto indireta. Uma nova compilação de quase todas as pesquisas até o momento sobre os impactos do açúcar na saúde oferece dezenas de razões para reduzir agora.

Pesquisadores da China e dos EUA reuniram 8.601 estudos científicos sobre o açúcar e os combinaram para avaliar seu impacto em 83 desfechos em saúde. Os estudos representam décadas de pesquisa sobre o tema, remontando ao início das maiores bases de dados eletrônicas de artigos científicos.

O resultado é uma lista que cita os problemas de saúde mais comuns do mundo, como doenças cardíacas, diabetes, obesidade, pressão alta, ataque cardíaco, colesterol alto, câncer e depressão. Os resultados foram publicados na revista BMJ. Os pesquisadores analisaram estudos que avaliaram os impactos do consumo de açúcares livres, o que significa qualquer alimento que contenha açúcares processados ou naturais, como açúcar de mesa, mel ou xarope.

O açúcar encontrado em frutas e vegetais e no leite não é açúcar livre!

Segundo a nova recomendação Organização Mundial da Saúde (OMS), no máximo 5% das calorias diárias devem ser provenientes do consumo de açúcar. Considerando uma dieta de 2.000 calorias, esse percentual equivale a 25 gramas de açúcar por dia (cerca de cinco colheres de chá). A nova recomendação é também limitar o consumo de bebidas açucaradas a menos de uma porção/semana (aproximadamente 200-355 mL/semana) para reduzir o efeito adverso dos açúcares na saúde.

Para as crianças menores de 2 anos de idade, as recomendações são não consumir açúcar nem alimentos ultraprocessados.

Alguns exemplos de alimentos que você talvez nem saiba que têm açúcar:

  • Pão francês, roscas e massas “brancas” são cheios de açúcar oculto, muito disso se deve ao próprio processo de fermentação.
  • Embutidos como salsichas e patês industrializados.
  • Caldo de carne. Embora tenha um sabor extremamente salgado e seja conhecido pelo alto teor de sódio, esse alimento também contém muito açúcar.

“Foram detectadas associações prejudiciais significativas entre o consumo de açúcar na dieta e 18 desfechos endócrinos/metabólicos, 10 desfechos cardiovasculares, sete desfechos de câncer e 10 outros desfechos (neuropsiquiátricos, dentários, hepáticos, ósseos e alérgicos). Não podemos mais aceitar o consumo alto de açúcar como uma coisa normal. Cada incremento de 25 g/dia de consumo de frutose foi associado a um risco 22% maior de câncer pancreático!” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

O novo estudo também encontrou ligações entre o consumo de bebidas açucaradas e outras características de dieta e estilo de vida que podem contribuir para problemas de saúde.

Esta revisão abrangente mostra que o alto consumo de açúcar na dieta, especialmente a ingestão de açúcares que contêm frutose, está associado de forma prejudicial a um grande número de malefícios a saúde. Evidências das associações nocivas entre o consumo de açúcar na dieta e alterações no peso corporal (bebidas açucaradas), acúmulo de gordura ectópica (açúcares adicionados), obesidade em crianças (bebidas açucaradas), doença cardíaca coronária (bebidas açucaradas) e depressão (bebidas açucaradas) parece ser mais fidedigno do que para outros resultados.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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Relax Woman looking sea on the beach   Sunset

Você sabe o valor da sua vitamina D?

Será que é realmente importante termos níveis mais altos?

Saiba o que diz um novo estudo

 

A vitamina D é sempre lembrada quando falamos de ossos.

Realmente ela é fundamental para regular a concentração de cálcio e fósforo no organismo, ajudando a fortalecer ossos e dentes. Ela também tem uma ação anti-inflamatória importante e por isso é utilizada no tratamento de doenças auto-imunes como a esclerose múltipla.

A demência é uma das principais causas de incapacidade e dependência entre os idosos em todo o mundo, afetando o pensamento e os comportamentos à medida que envelhecem.

Mas o que a demência tem de relação com a vitamina D?

Um recente estudo australiano mostrou uma ligação direta entre demência e falta de vitamina D. Investigando a associação entre vitamina D, recursos de neuroimagem e o risco de demência e acidente vascular cerebral, o estudo foi feito com mais de 290 mil pessoas e descobriu:

  • Baixos níveis de vitamina D foram associados a volumes cerebrais menores e a um risco aumentado de demência e acidente vascular cerebral;
  • Análises genéticas apoiaram um efeito causal da deficiência de vitamina D e demência;
  • Em algumas populações, até 17% dos casos de demência podem ser evitados aumentando os níveis de vitamina D.

A demência é uma síndrome crônica ou progressiva que leva à deterioração da função cognitiva. Globalmente, temos mais de 55 milhões de pessoas têm demência e 10 milhões de novos casos diagnosticados a cada ano.

“ Apoiado pelo National Health and Medical Research Council, o estudo genético analisou dados de 294.514 participantes do UK Biobank, examinando o impacto de níveis de vitamina D de 25 nmol/L com o risco de demência e derrame. As pessoas com níveis de vitamina D menores de 25 tinham um risco 54% maior de ter demência. Esse resultado preocupa pois hoje dificilmente temos pessoas com valores acima de 25 sem suplementação. As pessoas simplesmente não tomam mais sol. A vitamina D têm muita ação anti-inflamatória e agora sabemos que é neuroprotetora.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Em alguns contextos, onde a deficiência de vitamina D é relativamente comum, como nos grandes centros urbanos, devemos solicitar mais o exame da vitamina D para evitar altas taxas de demência no futuro e poder reverter alguns casos de demência deixando a vitamina D em níveis mais altos.

As descobertas são incrivelmente significativas, dada a alta prevalência de demência em todo o mundo com potencial de crescimento maior devido a pandemia e perda de exposição solar e convívio social.

A maioria de nós provavelmente ficará com níveis saudáveis de vitamina D através da exposição solar, mas a suplementação também pode ser necessária.

Se formos capazes de mudar essa realidade garantindo que nenhum de nós seja severamente deficiente em vitamina D, isso também traria mais benefícios e poderíamos mudar a saúde e o bem-estar de milhares.

A maioria de nós provavelmente ficará com níveis saudáveis de vitamina D através da exposição solar, mas a suplementação também pode ser necessária.

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Imagem corporal da mulher com Lipedema.

Imagem corporal: um assunto extremamente importante para as mulheres com Lipedema

 

Imagem corporal da mulher com Lipedema.
A percepção errônea da imagem corporal é comum na população em geral, no Lipedema ainda mais.

 

A imagem corporal é a imagem subjetiva dos indivíduos de seu próprio corpo, independentemente de como o seu corpo realmente se parece. A imagem corporal é um construto complexo que compreende pensamentos, sentimentos, avaliações e comportamentos relacionados ao próprio corpo.

A percepção errônea da imagem corporal é comum na população em geral, no Lipedema ainda mais, e também é um componente central de várias doenças graves, incluindo transtorno dismórfico corporal, anorexia nervosa e bulimia nervosa. Distorções na imagem corporal são desagradáveis e podem ter resultados trágicos. A má imagem corporal pode afetar a saúde física e psicológica e pode influenciar a autoestima, humor, competência, funcionamento social e funcionamento ocupacional. A compreensão das distorções neurotípicas na cognição saudável e distorções perceptivas em condições clínicas é essencial para abordar as preocupações com a imagem corporal e permitir que os indivíduos em sofrimento tenham uma vida mais feliz e produtiva.

“O conceito de imagem corporal é muito importante para as mulheres com Lipedema. Embora tenham os rostos mais bonitos, a melhor proporção cintura/quadril e a pele mais macia, praticamente todas estão insatisfeitas com o próprio corpo. A imagem corporal é um dos componentes da identidade pessoal, é a figura que se tem em suas medidas antropométricas, contornos e formas do corpo; e também os sentimentos correlacionados a esses fatores que afetam a satisfação com o corpo ou partes específicas do corpo. De fato, a imagem corporal representa como pensamos, sentimos, percebemos e nos comportamos em relação aos nossos corpos”, esclarece o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (on-line).

LEIA TAMBÉM: Quase metade das mulheres com Lipedema têm ou teve algum distúrbio alimentar

A imagem corporal é um conceito multidimensional. A sua complexidade pode ser apreciada observando os seus componentes, que se aplicam a pessoas com percepções saudáveis e não saudáveis de seus corpos e incluem:

  • Cognitivo: pensamentos e crenças sobre o corpo.
  • Perceptivo: como as pessoas percebem o tamanho e a forma de seu corpo e partes do corpo.
  • Afetivo: sentimentos sobre o corpo.
  • Comportamental: as ações que as pessoas realizam para verificar, cuidar, alterar ou esconder seu corpo.

A distorção da imagem corporal é um sintoma multidimensional, compreendendo vários componentes da imagem corporal. Os componentes mais amplamente aceitos são o cognitivo, o perceptivo e o afetivo. O componente cognitivo é de pensamentos e crenças sobre a forma e aparência do corpo e a representação mental do corpo. O componente perceptivo envolve a identificação e estimativa do corpo e indica a acurácia da avaliação dos indivíduos de seu tamanho, forma e peso corporal em relação às suas proporções reais. Por fim, o componente afetivo inclui os sentimentos que os indivíduos desenvolvem em relação ao seu corpo e a satisfação ou insatisfação dos indivíduos em relação ao seu corpo.

Assim, a perturbação da imagem corporal pode se manifestar como perturbação da percepção (ou seja, distorção) e do conceito (ou seja, insatisfação corporal). Perturbação perceptiva envolve a falha em avaliar o tamanho do corpo com precisão. A insatisfação corporal inclui a percepção atitudinal ou afetiva do próprio corpo e sentimentos e cognições negativas. Acredita-se que os distúrbios da imagem corporal também se manifestem em um nível comportamental, como evitar o corpo, checar o corpo ou fazer dieta restritiva.

A imagem corporal negativa característicamente demonstra uma insatisfação do corpo ou de partes dele, preocupação com a aparência e envolvimento em comportamentos como checagem frequente no espelho, auto pesagem ou evitação de situações públicas. A imagem corporal negativa geralmente é medida como insatisfação corporal, que é, por sua vez, atribuída a uma discrepância entre a percepção da imagem corporal e sua imagem idealizada.

Desenvolvimento da imagem corporal

Imagem corporal Lipedema.

A socialização primária ocorre cedo na vida e supõe-se que um senso de auto-reconhecimento se desenvolva aos dois anos de idade. As crianças nos primeiros anos tornam-se conscientes de seu gênero. Eles também descobrem normas sociais, como competitividade e atletismo para homens (pernas fortes, músculos, braços grandes) e beleza ou pequenez para mulheres (cabelos brilhantes, pele perfeita, cintura fina, sem quadris). Quando as crianças tomam consciência de sua aparência corporal, elas tentam manipular os pais para receber admiração e aprovação. Essa necessidade de aprovação cresce ao entrar na escola, demonstrando uma necessidade de aceitação social. 

“A imagem corporal é um comportamento aprendido. À medida que as crianças crescem e se socializam, elas começam a se comparar com outras crianças, especialmente em relação à aparência (por exemplo, crianças pequenas desejam ser maiores). Aos 6 anos, a forma do corpo torna-se uma consideração cada vez mais proeminente (especialmente músculo e peso). Existem relatos que entre escolares de 6 a 12 anos, 40-50% demonstraram insatisfação com alguma parte do tamanho ou forma do corpo. Precisamos conversar sobre isso desde cedo para não virar um distúrbio na idade adulta. Corpo bonito é aquele que você tem. Não aquilo que tentam vender para você”, alerta o Dr. Daniel Benitti. 

A adolescência indica a transição da infância para a vida adulta e está associada a mudanças físicas e sociais. Este é um período crítico no desenvolvimento da imagem corporal. A imagem corporal em adolescentes também está sob influência dos pais. A relação pais-adolescente tem um impacto significativo no desenvolvimento da insatisfação corporal dos adolescentes. Os pais enviam mensagens e mensagens socioculturais ou críticas sobre os ideais de aparência corporal para seus filhos. Quando os indivíduos se sentem seguros em relação aos seus relacionamentos, ficam mais satisfeitos com o corpo e menos propensos a pensar de forma a aderir aos ideais de aparência para receber a aceitação dos outros.

Pesquisas têm mostrado que adolescentes com melhores relações pais-adolescentes são menos propensos a experimentar insatisfação corporal. Embora nas crianças mais novas a influência das famílias no desenvolvimento da imagem corporal seja mais significativa do que a dos amigos. O papel dos pais diminui à medida que as crianças crescem e as respostas dos pares tornam-se mais importantes do que as famílias.

A imagem corporal em pessoas de 14 a 27 anos é muito afetada por seus pares. Um evento crítico ou uma série de eventos, como provocação e rejeição, pode levar a uma percepção errônea da imagem corporal. Estudos descobriram que, quanto mais frequentes forem as provocações sobre o tamanho e o peso do corpo durante o crescimento, maior a probabilidade de sofrer distorção da imagem corporal e insatisfação corporal durante a idade adulta.

Vamos divulgar esta informação!

LEIA TAMBÉM: Qual o melhor tratamento para Lipedema?

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Alimentação para Lipedema

Comer bem reduz o risco de todas as doenças crônicas, inclusive o Lipedema

 

Alimentação para Lipedema

 

Se você tem um histórico familiar de doença cardiovascular, provavelmente você sabe que manter uma dieta saudável pode reduzir o risco. Mas, você sabia que focar em combinações de alimentos avaliados por sua capacidade de combater doenças pode ajudar a diminuir os riscos de muitas doenças crônicas, incluindo câncer, diabetes e artrite, inclusive o Lipedema?

O Índice de Alimentação Saudável Alternativa (AHEI) atribui classificações a alimentos e nutrientes preditivos de doenças crônicas. Os pesquisadores de Harvard criaram o AHEI como uma alternativa ao Índice de Alimentação Saudável do Departamento de Agricultura dos EUA, que mede a adesão às Diretrizes Dietéticas federais para os americanos.

O AHEI classifica a sua dieta atribuindo uma pontuação que varia de 0 (não adesão) a 110 (aderência perfeita), com base na frequência com que você come certos alimentos, tanto saudáveis, quanto não saudáveis.

Por exemplo, alguém que relata não comer vegetais diariamente receberia nota zero, enquanto alguém que comia cinco ou mais porções por dia ganharia 10. Para uma opção não saudável, como bebidas adoçadas com açúcar ou suco de frutas, a pontuação é inversa: a pessoa que come uma ou mais porções pontuaria zero e zero porções receberia 10.

Pesquisas associam altas pontuações no AHEI a um menor risco de doença crônica. 

“Um estudo publicado em 2012 no Journal of Nutrition, que incluiu 71.495 mulheres e 41.029 homens, descobriu que as pessoas que pontuaram mais alto no AHEI tinham um risco 19% menor de doença crônica, incluindo um risco 31% menor de doença cardíaca coronária e 33 % menor risco de diabetes, quando comparado a pessoas com baixos escores de AHEI. Outro estudo no American Journal of Clinical Nutrition descobriu que entre 7.319 participantes, aqueles que obtiveram pontuações altas no AHEI tiveram um risco 25% menor de morrer por qualquer causa e um risco mais de 40% menor de morrer de doença cardiovascular do que os escores baixos de AHEI”, indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (on-line). 

Pesquisas separadas em homens mais velhos e mulheres mais velhas mostraram que aqueles que pontuam mais alto no AHEI têm melhor desempenho em atividades como subir escadas, levantar mantimentos, caminhar um quilômetro e meio e se envolver em atividades moderadas ou vigorosas do que aqueles com pontuação mais baixa.

Um estudo global observou grandes variações entre os países na qualidade da dieta e previu que melhorar as dietas atuais poderia prevenir milhões de mortes por câncer, doença arterial coronariana, acidente vascular cerebral, doenças respiratórias, doenças renais, diabetes e doenças digestivas.

LEIA TAMBÉM: Como conviver com uma doença crônica?

Mas, como posso usar o AHEI?

Não é prático usar o sistema de pontuação AHEI real, mas você pode facilmente incorporar mais alimentos saudáveis do AHEI em sua dieta. Algumas das principais opções incluem:

Vegetais

vegetais

Planeje comer cinco por dia e concentre-se em porções extras de vegetais de folhas verdes, o que pode ajudar a reduzir o risco de diabetes. Fuja das batatas fritas.

Frutas

Frutas

Tente comer quatro porções por dia, uma quantidade que pode ajudar a proteger contra doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. Evite suco de frutas, porque beber demais pode aumentar o risco de diabetes.

Grãos integrais

Grãos vegetais

Comer de cinco a seis porções por dia pode ajudar a evitar doenças cardiovasculares, diabetes e câncer colorretal. Minimize grãos refinados, que estão associados a um risco maior de diabetes, doenças cardiovasculares e potencialmente outras doenças crônicas.

Nozes, legumes e proteína vegetal (tofu)

Nozes

Obter uma porção por dia de proteína dessas fontes é uma maneira saudável de adicionar nutrientes à sua dieta e pode ajudar a proteger contra diabetes e doenças cardiovasculares.

Peixe

peixe

Adicionar peixe ao seu plano semanal de refeições pode dar ao seu corpo uma dose de ácidos graxos saudáveis, o que pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares e potencialmente diabetes.

Gorduras saudáveis

Azeite - gordura saudável

Adicionar gorduras insaturadas saudáveis à sua dieta ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares e diabetes. Uma boa opção é o azeite de oliva. Essas gorduras saudáveis são particularmente benéficas se você as trocar por gorduras saturadas, como manteiga.

LEIA TAMBÉM: Jejum intermitente: quais os efeitos na saúde, envelhecimento e doenças crônicas?

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Como evitar alimentos com glúten.

Quer viver uma vida sem glúten? Siga essas dicas para fazer de forma correta!

 

Como evitar alimentos com glúten.
O que você deve evitar se pretende seguir uma alimentação sem glúten?

 

Você quer iniciar uma vida sem glúten pois descobriu que ele te inflama? A primeira coisa que você faz é cortar o pão. Mas, e depois? O que você deve fazer? Lembre-se de que também há uma lista de ingredientes e alimentos que não devem ser consumidos, a menos que você possa verificar se eles não contêm (ou não são derivados) de grãos contendo glúten.

Verifique novamente o xarope de arroz integral, farinha ou produtos de cereais, proteína vegetal hidrolisada, proteína vegetal texturizada, vinagre de malte, amido modificado, malte de arroz, temperos ou “sabores naturais”, molho de soja, sólidos de molho de soja ou molho teriyaki.

Evitando o glúten?

Se você tem doença celíaca, intolerância ao glúten ou está evitando por qualquer outro motivo, verifique os rótulos dos alimentos para:

  • Cevada
  • Malte/extrato de cevada
  • Bulgur
  • Cuscuz
  • Duro
  • Einkorn
  • Emmer
  • Farina
  • Farro
  • Farinha de Graham
  • Kamut
  • Farinha de trigo
  • Orzo
  • Panko
  • Centeio
  • Seitan
  • Semolina
  • Soletrado
  • Triticale
  • Udon
  • Trigo
  • Farelo de trigo
  • Germe do trigo

Você sabia que certos medicamentos e suplementos, carne e peixe, álcool e outros alimentos e bebidas contém glúten? Embora eles sejam inerentemente isentos de glúten, você pode nem ter pensado em olhar os rótulos desses alimentos. Você deve verificar o rótulo para garantir que esses itens não foram misturados ou entraram em contato com produtos que contém glúten (as maçãs não contêm glúten, mas a torta de maçã sim). Não se preocupe! Você pode evitar com segurança essas fontes surpreendentes de glúten.

Por outro lado, abaixo está uma lista de grãos sem glúten que você deve procurar:

  • Amaranto
  • Araruta
  • Trigo mourisco
  • Milho
  • Linho
  • Farinhas feitas de nozes, feijão e sementes
  • Painço
  • Batatas, fécula de batata, farinha de batata
  • Quinoa
  • Arroz
  • Farelo de arroz
  • Farinha de sagu
  • Sorgo
  • Soja (soja)
  • Tapioca
  • Teff
  • Arroz selvagem

É sempre benéfico manter uma lista à mão quando você for ao supermercado.

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LEIA TAMBÉM: Dicas alimentares que diminuem a inflamação

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Atividade física para o assoalho pélvico: saiba a importância, principalmente se você têm Lipedema

 

Como exercitar o assoalho pélvico.
Os exercícios para o assoalho pélvico são fundamentais para a saúde feminina e permitem uma vascularização adequada da região.

 

Quando falamos de atividade física e fortalecimento, a primeira coisa que qualquer pessoa pensa é no bíceps. Aquela imagem de um haltere sendo levantado e o bíceps contraindo. Mas, existe um grupo muscular que é de extrema importância para as mulheres e que não é regularmente lembrado nas academias: assoalho pélvico.

O assoalho pélvico é uma camada de músculos da pélvis, a parte inferior do corpo entre o abdômen e as pernas. Forma uma espécie de rede de apoio à bexiga, intestino, útero e outros órgãos pélvicos.

Quando o assoalho pélvico está fraco, a função dos músculos do local pode ser afetada. Isso pode causar problemas de bexiga, incluindo vazamento de urina e bexiga hiperativa. Mas, se os músculos do assoalho pélvico estiverem muito tensos, isso pode causar espasmos musculares e dores pélvicas. Trauma ou cirurgia podem causar músculos do assoalho pélvico excessivamente tensos.

“Os exercícios para o assoalho pélvico são fundamentais para a saúde feminina e permitem uma vascularização adequada da região. Sem isso, a mulher apresenta atrofia local com perda de urina, dificuldade para evacuar e diminuição do trofismo e sensibilidade vaginal. Não precisa apagar velas, mas é importante ter uma musculatura sadia na região”, alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular que atende em São Paulo, Campinas e a distância.

Exercícios para o assoalho pélvico

Exercícios para o assoalho pélvico.

O movimento inicial para o assoalho pélvico é conhecido como exercício de Kegel. Não é difícil  depois de identificar os músculos certos para contrair. Para começar, finja que precisa fazer xixi. Agora contraia os músculos que você usaria para segurá-lo. Esses músculos são o seu assoalho pélvico.

Para uma rotina básica de iniciação comece com estas etapas:

  • Sente-se ou deite-se.
  • Contraia os músculos do assoalho pélvico por até 10 segundos e depois solte.
  • Faça uma série de 10 contrações de Kegel.
  • Repita os exercícios duas ou três vezes ao dia.
  • Conforme a sua força muscular melhora, você pode segurar cada contração por mais tempo ou adicionar mais repetições.

É seguro fazer estes exercícios em casa, mas muitas pessoas se beneficiam em trabalhar com uma fisioterapeuta treinada em disfunções do assoalho pélvico. Aprender a técnica apropriada é importante e é útil ter um profissional treinado para orientá-la.

Consultar uma fisioterapeuta especializada em problemas do assoalho pélvico é especialmente importante se você sentir dor pélvica.  Dor nas costas e no quadril pode contribuir para a dor pélvica. Uma especialista pode garantir que você está tratando todos os problemas.

As fisioterapeutas às vezes usam ferramentas extras para ajudá-la a direcionar os músculos certos. Isso pode incluir:

  • Biofeedback: processo que usa sensores para monitorar a atividade muscular. Esse feedback pode ajudá-la a direcionar os músculos certos para realizar os exercícios corretamente.
  • Pesos vaginais: algumas mulheres usam pesos em forma de cones para treinar o assoalho pélvico. Depois de inserir os pesos na vagina, você terá que apertar o assoalho pélvico para mantê-los no lugar. 

Seja qual for o método escolhido, exercitar o assoalho pélvico é a melhor maneira de mantê-lo em ótima forma.

LEIA TAMBÉM: Quais os melhores exercícios para quem tem Lipedema?

LEIA TAMBÉM: 6 dicas para prevenir a inflamação do corpo

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Qual médico trata Lipedema?

DR DANIEL BENITTI | CRM 116.011 – Autor do site

bandeiras_03 bandeiras_05

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site_05O cirurgião vascular Dr. Daniel Benitti é médico especialista em Lipedema, foi eleito personalidade na área da saúde em Cambridge, Inglaterra, pelos avanços no tratamento do Lipedema e é um dos fundadores da Associação Brasileira de Lipedema.

Formado pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), com Residência em Cirurgia Geral e em Cirurgia Vascular e Endovascular no Hospital das Clínicas da USP, ele também é:

  • Especialista em Cirurgia Geral e Trauma pelo Hospital das Clínicas da USP;
  • Especialista em Cirurgia Vascular e Endovascular pelo Departamento de Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital das Clínicas da USP;
  • Especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular;
  • Especialista em Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.

Após trabalhar como médico preceptor de Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital das Clínicas da USP, no qual foi aprovado em primeiro lugar, e chefe dos preceptores cirúrgicos do Hospital das Clínicas da USP, o Dr. Daniel Benitti foi o primeiro brasileiro a ser aprovado e a realizar o “Vascular and Endovascular Surgery International Fellowship”, em Nova York, sob orientação do Prof. Manish Mehta no Albany Medical Center (centro de referência mundial em procedimentos endovasculares, com um dos maiores números de procedimentos de aorta no mundo).

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Depois de adquirir vasta experiência em implante de cateteres para quimioterapia e transplante de medula óssea, como membro do departamento de Cirurgia Vascular e Endovascular do Hospital A C Camargo, o Dr. Daniel Benitti criou, juntamente com o Dr. Alexandre Amato, o curso Osirix (único certificado pela “Osirix Foundation”, Genève, fora da Europa), que ensina a utilizar o software de visualização de exame de imagem médica, auxiliando no diagnóstico de doenças e no planejamento de procedimentos cirúrgicos.

Autor de diversos livros e artigos científicos em revistas nacionais e internacionais, o Dr. Daniel Benitti foi eleito personalidade do ano 2017 na Área da Saúde pelos avanços no tratamento do lipedema em Cambridge, Inglaterra. Além disso, ele também é fundador da Associação Brasileira de Lipedema.

 

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Presente nos principais Congressos Nacionais e Internacionais como professor, é o principal investigador do Multilayer, endoprótese moduladora de fluxo, para tratamento de aneurismas tóraco-abdominais na América Latina.

Atualmente o Dr. Daniel Benitti é:

  • Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, além de vice-diretor de publicação e chefe do departamento de Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular em São Paulo;
  • Membro da International Society for Vascular Surgery;
  • Membro da Society for Vascular Surgery.

 

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Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

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When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image, and the breath of that universal love which bears and sustains us, as it floats around us in an eternity of bliss; and then, my friend, when darkness overspreads my eyes, and heaven and earth seem to dwell in my soul and absorb its power, like the form of a beloved mistress, then I often think with longing, Oh, would I could describe these conceptions, could impress upon paper all that is living so full and warm within me.

When the valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few …When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface.

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