Pessoas que te estressam podem acelerar o seu envelhecimento
Você cuida da alimentação…
faz exercício…
tenta dormir melhor…
Mas e as pessoas ao seu redor?
Um estudo publicado na PNAS (2026) mostrou algo impactante:
Pessoas que convivem com indivíduos que geram estresse frequente — os chamados “hasslers” —
podem estar envelhecendo mais rápido.
Os dados mostram que:
Cada pessoa “difícil” a mais no seu convívio pode aumentar em 1,5% a velocidade do envelhecimento E pode representar até 9 meses a mais de idade biológica
Isso não é só psicológico.
Relações negativas ativam o corpo como um estresse crônico:
↑ cortisol
↑ inflamação
↑ ativação do sistema nervoso
↑ desgaste celular
Resultado: aceleração do envelhecimento
E tem mais:
Relações difíceis com familiares são as que mais impactam E o efeito é comparável a uma fração relevante do impacto do tabagismo
Ou seja:
não é drama… é biologia.
No final, a pergunta não é só:
“o que você está comendo?” “você está treinando?”
Mas também:
“com quem você está convivendo?”
Porque algumas relações:
não só drenam sua energia elas drenam sua saúde
CRM116011 RQE45045
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“A colina circulante é um indicador de disfunção metabólica na obesidade. Toda pessoa com alta porcentagem de gordura corporal apresenta colina baixa. A colina baixa correlaciona-se com inflamação e dano neuronal. A sua suplementação pode representar fator modificável na prevenção de resistência à insulina, diabetes e Doença de Alzheimer, além de ajudar no tratamento das mulheres com lipedema.” – Conclui o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular formado pela USP com ênfase no tratamento do Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
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Um recente artigo fez uma revisão abrangente sobre os mecanismos biológicos do embranquecimento capilar (canície) — um dos sinais mais visíveis e precoces do envelhecimento humano. O estudo integra perspectivas genéticas, oxidativas, neuroendócrinas, metabólicas e emocionais, posicionando o folículo piloso como um modelo experimental excepcional de envelhecimento humano.
Os autores destacam que o envelhecimento do cabelo reflete o envelhecimento sistêmico, estando associado a doenças como Alzheimer, Parkinson e doenças cardiovasculares. A perda de pigmentação não é apenas estética: ela espelha disfunções mitocondriais, inflamatórias e de estresse oxidativo em nível celular.
2. Onde começa o embranquecimento
O processo de canície inicia-se no bulbo do folículo piloso (unidade pigmentária do folículo, HFPU) e não no nicho de células-tronco da região bulge, como se acreditava. O primeiro evento é a redução da melanogênese, com:
Diminuição da atividade da tirosinase;
Transferência defeituosa de melanossomos;
Apoptose de melanócitos ativos;
Posterior depleção das células-tronco melanocíticas (MSCs).
Enquanto o bulbo falha primeiro, a exaustão das MSCs torna o processo irreversível.
3. Regulação pelo ciclo capilar
A pigmentação ocorre apenas durante a fase anagênica do ciclo capilar. Na fase telógena, não há melanogênese. Durante o envelhecimento, há perda gradual de melanócitos ativos no bulbo e, mais tarde, das MSCs na região bulge, levando à ausência completa de melanina no fio.
Mesmo fios “brancos” podem conter alguns melanócitos residuais, mas eles já não transferem pigmento para os queratinócitos da haste capilar.
4. Influência genética e epigenética
A genética exerce influência parcial. O único polimorfismo associado de forma consistente é o SNP no gene IRF4, que interage com o MITF para ativar a tirosinase, essencial à melanogênese.
Entretanto, variações individuais entre folículos do mesmo couro cabeludo indicam forte papel do expossoma (fatores ambientais e emocionais).
A expressão gênica reduzida de TYR, DCT, TYRP1, MITF e MC1R, associada a microRNAs inibitórios e colapso dos sistemas antioxidantes, marca o início do processo.
5. Células-tronco melanocíticas (MSCs)
As MSCs são essenciais para regenerar melanócitos após cada ciclo capilar. No entanto:
O dano oxidativo e genotóxico leva à diferenciação ectópica das MSCs (elas deixam de ser progenitoras e se tornam melanócitos maduros precocemente).
A perda de colágeno XVII (Col17a1) e a redução de TGF-β quebram a quiescência das MSCs, acelerando a perda do nicho.
O estresse simpático e o cortisol também promovem a diferenciação precoce e o esgotamento dessas células
.
6. Papel do estresse oxidativo
É o mecanismo central da canície. O folículo capilar pigmentado é um dos tecidos humanos com maior taxa de geração de espécies reativas de oxigênio (ROS) devido à própria melanogênese.
Nos cabelos grisalhos há:
Redução drástica de catalase, MSRA/MSRB, SOD e glutationa peroxidase;
Acúmulo de H₂O₂ em níveis milimolares;
Dano mitocondrial (deleções de mtDNA) e apoptose de melanócitos;
Oxidação do resíduo de metionina-374 da tirosinase, inibindo sua função — efeito revertido por L-metionina;
Deficiência de melatonina intrafolicular, que normalmente atua como antioxidante e sincronizador do relógio circadiano
.
O resultado é um ciclo vicioso: menos pigmento → menos defesa antioxidante → mais ROS → morte celular.
7. Fatores externos e neuroendócrinos
O eixo HPA intrafolicular (CRH, ACTH, α-MSH) e o eixo tireoidiano (TRH, T3, T4) regulam a pigmentação.
Com o envelhecimento, ocorre queda local desses hormônios, levando à menor expressão de MITF e tirosinase.
O estresse emocional, via substância P e atividade simpática, agrava a depleção de MSCs.
A luz ultravioleta e o tabagismo são fontes adicionais de ROS que danificam o folículo.
8. Fatores reversíveis
Embora a canície completa seja irreversível, existem casos documentados de repigmentação:
Terapias de reativação de MSCs em estágios precoces.
10. Conclusão
“A canície é uma manifestação periférica de envelhecimento celular, neuroendócrino e mitocondrial sistêmico.
Ela começa com falhas no controle redox do folículo, passa pela disfunção da melanogênese e culmina na exaustão das células-tronco melanocíticas.
A melatonina é apontada como um eixo central — antioxidante, cronorregulador e protetor mitocondrial — cuja queda parece acelerar o processo.A biologia do cabelo branco é, na verdade, um espelho da biologia do envelhecimento humano. Priorizar o sono é o primeiro passo no tratamento da canície.” – Finaliza o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
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Um recente estudo japonês explorou como a AceCel — um tipo de fibra dietética modificada — afeta a composição da microbiota intestinal e o metabolismo do hospedeiro, especialmente em relação à oxidação de gordura e regulação do peso corporal.
Intervenção: dieta com AceCel vs. controle e acetato de sódio (AceNa).
Análises: composição da microbiota (16S rRNA), metabolômica intestinal (GC-MS), expressão gênica hepática, testes de tolerância à glicose/insulina, entre outros.
Principais Resultados
1. AceCel reduz o ganho de peso corporal
Redução significativa do ganho de peso em camundongos WT e ob/ob.
Diminuição da massa hepática e adiposa sem afetar a massa muscular.
Efeitos não observados com AceNa ou outros tipos de celulose modificada (propionilada ou butirilada).
2. Promoção da oxidação de ácidos graxos
Redução do quociente respiratório (RQ) e aumento da oxidação de gordura durante o ciclo de luz (repouso).
Aumento da expressão hepática de genes envolvidos na oxidação de lipídios: Ppara, Cpt1a, Hmgcs2, Sirt1, Fgf21.
Supressão da oxidação de carboidratos e depleção do glicogênio hepático.
Diminuição de glicose, maltose, sacarose e outros carboidratos disponíveis na luz intestinal.
Isso reduz a entrada de glicose no sangue portal e favorece o uso de lipídios como fonte energética.
4. Efeito mediado pela microbiota
AceCel não teve efeito em camundongos germ-free.
AceCel aumentou a abundância de Bacteroides thetaiotaomicron (BT) e Akkermansia muciniphila, enquanto reduziu Bifidobacterium pseudolongum.
A fermentação bacteriana foi intensificada, com aumento de ácidos orgânicos como succinato e fumarato.
5. Acetato como modulador da função bacteriana
“O acetato aumenta a expressão de genes de transporte e catabolismo de carboidratos (susG, susB, glkA) em Bacteroides. A AceCel estimula o crescimento de Bacteroides e sua capacidade de consumir açúcares, intensificando a fermentação e reduzindo a disponibilidade de carboidratos para o hospedeiro. Uma forma simples de obter a mesma resposta é utilizando vinagre de maçã com uma fibra como biomassa de banana.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
Conclusão
A celulose acetilada atua como um prebiótico altamente eficaz na redução da massa corporal e melhora metabólica via modulação da microbiota intestinal, promovendo:
Maior oxidação de gordura
Redução da absorção intestinal de açúcares
Estímulo à fermentação bacteriana benéfica
Seu mecanismo se assemelha ao jejum ou à dieta cetogênica, mas sem reduzir a ingestão alimentar, tornando-se uma alternativa promissora e de fácil adesão no combate à obesidade.
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Praticar musculação ou exercícios físicos enquanto está com gripe não é recomendado. A gripe é uma infecção sistêmica que afeta todo o corpo, e o exercício intenso pode sobrecarregar ainda mais o sistema imunológico, potencialmente agravando os sintomas e prolongando a recuperação.
O que dizem os estudos científicos
Exercício intenso durante a gripe pode ser prejudicial: Pesquisas indicam que atividades físicas extenuantes durante uma infecção gripal podem aumentar a suscetibilidade ao vírus e agravar a doença. ScienceDirect
Exercício leve pode ser benéfico em casos de resfriado comum: Para sintomas leves, como congestão nasal ou dor de garganta sem febre, exercícios leves, como caminhadas, podem ser seguros e até ajudar na recuperação.
Risco de complicações: Exercitar-se com sintomas mais graves, como febre, dores musculares intensas ou fadiga, pode aumentar o risco de complicações, incluindo a possibilidade de desenvolver síndromes pós-virais, como a fadiga crônica.
Recomendações práticas
“ Evite exercícios intensos: Durante a gripe, é aconselhável evitar atividades físicas intensas, incluindo musculação pesada. Opte por repouso: Priorize o descanso para permitir que o corpo combata a infecção de forma eficaz. Retorne gradualmente: Após a recuperação completa dos sintomas, retome as atividades físicas de forma gradual, começando com exercícios leves e aumentando a intensidade progressivamente ao longo de duas semanas. Consulte um profissional de saúde: Se houver dúvidas sobre quando e como retomar os exercícios, é importante buscar orientação médica.” – Recomenda o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
Em resumo, durante a gripe, o foco deve ser na recuperação. Retomar a atividade física deve ser uma decisão cuidadosa, baseada na resolução completa dos sintomas e na orientação de profissionais de saúde.
Estratégias Cientificamente Comprovadas para Prevenção de Resfriados e Gripes:
1. Higiene e Barreiras Físicas
Lavar as mãos frequentemente com água e sabão (reduz infecções respiratórias em até 21% – Cochrane Review, 2020).
Sleep 2015: A relação entre duração e qualidade do sono e infecções do trato respiratório superior. fonte
OMEGA 3
Os ácidos graxos EPA e DHA (presentes no ômega-3) são precursores de mediadores chamados SPMs (Specialized Pro-resolving Mediators), como resolvinas, maresinas e protectinas.
Esses compostos ajudam a:
Reduzir inflamações excessivas, sem suprimir a resposta imune.
Acelerar a resolução da inflamação.
Regular a atividade dos linfócitos e dos macrófagos, células fundamentais na defesa contra vírus e bactérias.
Talvez saber como está o seu olfato seja mais importante do que saber os seus exames de sangue.
Em um recente artigo de revisão pesquisadores da Universidade da Califórnia discutiram as ligações entre condições genéticas, físicas e neurológicas com perda olfativa e inflamação.
Eles concluíram que inflamação, ambiente e neuroanatomia podem conectar a perda do olfato a várias condições e que estimular os sentidos olfativos pode ser útil no tratamento e prevenção desses problemas de saúde, reduzindo a inflamação no cérebro e no corpo.
A disfunção olfativa está relacionada a 139 condições médicas, incluindo condições genéticas ou hereditárias, físicas e neurológicas. Pesquisas extensas apoiam conexões com condições como rinite, depressão, Parkinson, Alzheimer e COVID.
Em muitos casos, a perda olfativa pode aparecer antes que os sintomas das condições sejam experimentados. Isso indica que a perda do olfato pode prever declínios cognitivos futuros e até mesmo mortalidade.
“O sistema olfativo pode ser impactado por condições que afetam tanto o cérebro quanto o corpo. Condições neurológicas e somáticas podem prejudicar o sistema olfativo, enquanto a disfunção olfativa pode aumentar o risco de desenvolver algumas doenças. A disfunção olfativa é frequentemente ligada à inflamação, vista em condições como distúrbios hereditários e neurológicos. Sempre me chamou muita atenção a capacidade olfativa das mulheres com lipedema. Quanto mais apurado o olfato, mais saudável a pessoa.” – Afirma o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
A inflamação pode danificar o sistema olfativo por meio de agentes inalados (como odores ou poluição) ou sangue.
O treinamento olfativo mostra eficácia dependente da idade, especialmente para indivíduos mais jovens com deficiências olfativas. Certos aromas (gengibre, lavanda e eucalipto) têm efeitos anti-inflamatórios em estudos com animais, sugerindo potenciais papéis terapêuticos.
Em estudos animais, a suplementação com ômega-3 preveniu a perda de memória e olfativa.
A perda olfativa está associada ao declínio da memória, particularmente na demência, devido a vias cerebrais diretas entre os centros de olfato e memória.
Regiões cerebrais envolvidas na memória (amígdala e hipocampo) se deterioram com a perda olfativa. Fatores como infecções, estresse, poluição e tabagismo podem prejudicar tanto a olfação quanto a memória.
Estudos longitudinais mostram que a perda olfativa relacionada à COVID-19 prevê danos em regiões cerebrais relacionadas à memória, ligando a COVID-19 ao declínio cognitivo e ao aumento do risco de doença de Alzheimer.
Treino Olfatório
O treino olfatório, ou o processo de estimulação do olfato, melhora os sintomas cognitivos.
“A exposição a óleos essenciais pode melhorar a saúde do cérebro ao equilibrar os neurotransmissores, reduzir o estresse oxidativo e a inflamação e aumentar a cognição, a memória e a neuroproteção.” – Indica
Também há benefícios para a memória em adultos mais velhos, pois a estimulação olfativa melhora a memória em adultos saudáveis, especialmente adultos mais velhos, por meio da exposição diária a óleos essenciais ao longo de meses. O enriquecimento olfativo noturno mínimo (2 horas/noite por 6 meses) melhorou significativamente as pontuações de memória em adultos mais velhos.
Em pacientes com demência, estudos descobriram que a exposição olfativa frequente ajuda a melhorar a memória, os sintomas de depressão, a atenção e as habilidades de linguagem. Um ambiente olfativo rico, combinado com educação e atividades sociais, pode promover a reserva cognitiva, potencialmente protegendo contra os sintomas de demência, mesmo se a doença em si estiver presente.
Os pesquisadores levantam a hipótese de que esses benefícios podem ser devidos a três mecanismos.
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A incontinência urinária de esforço (IUE), definida como perdas durante o esforço, espirros ou tosse, é um problema clínico comum, especialmente em mulheres. Os tratamentos recomendados incluem treinamento muscular do assoalho pélvico e cirurgia (procedimento de sling uretral).
Atualmente, as opções de medicamentos para são limitadas.
A duloxetina é uma medicação utilizada, mas apresenta efeitos adversos, incluindo o risco de náuseas que levam os pacientes a interromper o tratamento.
A TAS-303 é uma classe diferente de medicamento – um inibidor altamente seletivo da recaptação de noradrenalina – que demonstrou aumentar as pressões dentro da uretra, diminuindo potencialmente o vazamento da bexiga. Por ser altamente seletivo para o sistema nervoso periférico e não afetar a recaptação da serotonina, o TAS-303 pode evitar os efeitos adversos associados à duloxetina.
Em um recente estudo, 231 mulheres com sintomas de IUE foram aleatoriamente designadas para tratamento com TAS-303 ou pílulas placebo inativas.
No endpoint primário, alteração percentual desde o início até a semana 12 na frequência média de episódios de IUE por 24 horas, as pacientes designados para o TAS-303 tiveram uma redução significativa. Na análise considerando outras características do paciente a frequência de episódios de IUE diminuiu cerca de 58% com o TAS-303, em comparação com 47% no grupo placebo. A frequência de episódios de IUE diminuiu pelo menos pela metade em 65% das pacientes no grupo TAS-303 versus 53% no grupo placebo.
“O que mais me chamou atenção no estudo foi o alto resultado do efeito placebo. As pessoas subestimam muito o efeito placebo ou o poder de indução de tratamento. Praticamente metade das pessoas que não tomaram nada sentiram melhora dos sintomas. Cada vez mais vejo pessoas tomando mais medicações, em doses cada vez mais altas, com diversos efeitos colaterais e muitas não precisam. Quando as pessoas apreendem a controlar o poder da própria mente, elas mudam muita coisa na sua vida. Enxergar o lipedema como algo positivo, por exemplo, muda a forma que a mulher enxerga a própria vida.” – Comenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
A redução na frequência dos episódios com o TAS-303 foi mais acentuada em pacientes com IUE mais grave (dois ou mais episódios por dia). A melhora também pareceu maior em pacientes com 60 anos ou mais.
Os benefícios apareceram quatro semanas após o tratamento e continuaram por pelo menos 12 semanas. Os pesquisadores sugerem que a combinação do TAS-303 com treinamento do assoalho pélvico pode permitir uma melhora mais rápida.
Os exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico demoram em média 3 meses para mostrarem efeito, mas geram resultados para o resto da vida se mantida a atividade.
O TAS-303 também mostrou melhora na quantidade de incontinência urinária e na qualidade de vida relacionada à saúde.
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Durante a vida é impossível não ter uma noite de sono mal dormida. Sempre vai existir alguma coisa e vai existir aquela noite que você não conseguiu dormir e ainda tem de trabalhar no dia seguinte.
Mas será que existe algo a fazer para poder ter o mínimo de capacidade de trabalho e tomada de decisão no dia seguinte?
Um estudo recentemente publicado no grupo Nature sugere que uma única dose elevada de creatina (0,35g/kg) melhora o desempenho cognitivo e a velocidade de processamento durante a privação de sono.
“Os efeitos da suplementação de creatina pelos seus benefícios ergogênicos no desempenho esportivo são bem reconhecidos. Mais recentemente, pesquisas sugeriram os potenciais benefícios cognitivos da creatina, ósseos e inflamatórios da creatina. Deveríamos ter uma suplementação para todas as mulheres com mais de 40 anos, principalmente as que têm lipedema.” – Indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
No entanto, há evidências limitadas que sugerem que as concentrações cerebrais de creatina aumentam em jovens saudáveis devido à suplementação de creatina. A maioria dos estudos que investigam este tópico geralmente requerem um período mínimo de estudo de 1 semana (ou mais).
Curiosamente, um estudo recente publicado no Scientific Report explorou os efeitos agudos de uma única dose elevada de monohidrato de creatina no desempenho cognitivo e no metabolismo energético do cérebro durante a privação de sono.
O estudo cruzado, duplo-cego, controlado por placebo, envolveu 15 participantes saudáveis ( 8 mulheres) com idade média de 23 anos que foram submetidos a testes cognitivos e imagens cerebrais durante um período de 21 horas de privação de sono.
Os participantes receberam uma dose oral única de creatina monohidratada (0,35 g/kg) ou um placebo.
Os participantes apresentavam um efeito cognitivo máximo em 4 horas, com melhorias que duravam até 9 horas!
Desempenho cognitivo
O grupo da creatina apresentou memória melhorada e velocidade de processamento mais rápida (a velocidade de processamento foi melhorada em comparação com o estado sem privação de sono), em comparação com o grupo placebo
Níveis de pH cerebral
A creatina ajudou a prevenir uma queda nos níveis de pH cerebral, que normalmente ocorre durante a privação de sono. Acredita-se que esta estabilização dos níveis de pH seja crucial para manter a função cerebral normal.
Alterações no metabolismo energético cerebral
Aumento na relação fosfocreatina/fosfato inorgânico, indicando alterações no metabolismo energético cerebral em resposta à suplementação de creatina.
Os resultados desafiam as noções anteriores de que a suplementação aguda não aumenta os níveis intracelulares de creatina no cérebro, sugerindo que a captação intracelular de creatina num curto espaço de tempo é possível.
Esses resultados sugerem que uma dose única elevada de creatina pode reverter parcialmente as alterações metabólicas e a deterioração cognitiva relacionada à fadiga.
O fator crucial parece ser o aumento da procura de energia por células neuronais em combinação com um aumento da disponibilidade extracelular de creatina. Esta condição poderia superar o principal obstáculo, nomeadamente a captação intracelular marginal de creatina. Pode-se concluir que a creatina tem potencial para ser utilizada em atividades cognitivas prolongadas durante a privação de sono. Esses estudo mostrou o efeito de uma alta dose de creatina contra a deterioração do desempenho cognitivo induzida pela privação de sono, durando até 9 horas, mostrando seu efeito cognitivo máximo 4 horas após a administração oral.
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Pequenas quantidades diárias de vinagre de maçã durante 12 semanas ajudam no controle de peso em pessoas com sobrepeso ou obesidade, sugerem os resultados de um pequeno ensaio clínico comparativo, recentemente publicado.
Durante um período de 3 meses, o consumo de vinagre de maçã foi associado a quedas significativas no peso corporal, no índice de massa corporal (IMC) e nos níveis de glicose no sangue, triglicerídeos e colesterol, levando os pesquisadores a sugerir que pode ser um suplemento útil no tratamento para obesidade.
“Desde 1975, a prevalência global da obesidade quase triplicou, e a Federação Mundial de Obesidade prevê que mais de metade da população mundial terá excesso de peso ou obesidade até 2035. Cada vez mais procuramos alternativas mais acessíveis ao tratamento tanto do ponto de vista financeiro quanto aderência por efeitos colaterais. O vinagre de maça parece que se adequa bem nestas duas características. Ele é um excelente aliado no tratamento das mulheres com lipedema.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
O estudo foi feito com 120 jovens (46 homens e 74 mulheres; idade média de 17 anos) com excesso de peso ou obesidade com IMC entre 27 e 34.
Cada participante foi designado aleatoriamente para um dos quatro grupos. Os três primeiros foram convidados a beber vinagre de maçã uma vez por dia em quantidades de 5, 10 ou 15 ml, respectivamente (contendo ácido acético a 5% diluído em 250 ml de água) por um período de 12 semanas, em jejum, antes do café da manhã. Os do quarto grupo receberam um líquido simulado (placebo).
O jejum foi escolhido para evitar a influência potencial de outros alimentos e bebidas, e tendo em vista o seu potencial para reduzir o apetite e aumentar a saciedade.
Os participantes registaram o que comeram num diário alimentar e forneceram informações sobre a sua atividade física: calorias diárias e os registos de atividade física pouco diferiram entre os grupos ao longo do estudo.
Em comparação com aqueles que receberam o placebo, os que beberam vinagre de maçã perderam quantidades significativas de peso e reduziram o seu IMC, com aqueles que beberam a “dose” mais elevada de 15 ml, experimentando as maiores reduções de peso após 12 semanas.
Em média, aqueles que beberam vinagre de maçã uma vez ao dia durante esse período perderam 6-8 kg de peso e reduziram o IMC em 2,7-3 pontos, dependendo da dose.
Com quantidades diárias de 5 ml, o peso médio caiu de 79 kg para 74 kg, com 10 ml reduziu de 79 kg para 72 kg, e com 15 ml, o peso médio caiu de 77 kg para pouco mais de 70 kg.
Todas as três quantidades diferentes de vinagre de maçã também foram associadas a reduções significativas nas medidas da cintura e do quadril e na proporção de gordura corporal em comparação com o placebo. Estas reduções foram semelhantes independentemente da dose, sugerindo que o efeito não dependia da quantidade, dizem os investigadores.
O consumo de vinagre de maçã também foi associado a quedas nos níveis séricos de glicose, triglicerídeos e colesterol, embora estas parecessem depender do tamanho da dose, com as maiores quedas entre aqueles que tomam 15 ml uma vez por dia.
A amostra do estudo foi pequena, limitando potencialmente a generalização das descobertas, e um período de 12 semanas não é longo o suficiente para avaliar os possíveis efeitos colaterais a longo prazo do vinagre de maçã, mas os resultados provavelmente vão abrir espaço para estudos maiores.
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Hoje mais da metade do mundo quer emagrecer. Nos últimos 40 anos todo o mundo engordou como um todo. De uma forma prática é que as pessoas estão encarando o processo de emagrecimento e ser saudável de uma forma inadequada e/ou inapropriada
Segue uma lista dos erros mais comuns:
1. Estabelecer metas irreais
Prometer perder 5 quilos em uma semana pode parecer uma boa ideia. Mas o seu corpo odeia isso. O seu corpo não foi projetado para perdas de peso maciça. Isso gera um caos metabólico que fica insustentável no longo prazo.
Fuja de desafios!!!!!!
“Estudos indicam que perder 1 a 2 quilos por semana é uma meta razoável, dependendo do tipo de corpo. É mais provável que esta abordagem gradual resulte em comportamentos sustentáveis que ajudem a evitar que o peso perdido volte. As pessoas tem de focar no processo e não em números. Quem precisa de números, desiste durante o tratamento. Esse de longe é o maior erro das pessoas no mundo, principalmente das mulheres com lipedema. Mudar os hábitos é o que torna alguém saudável. Amor, saúde e família se conquista, não se compra.” – Apresenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
Definir metas de curto prazo mais alcançáveis também permite que você aproveite as realizações. Cada quilo perdido vira motivo para comemorar seu esforço e comprometimento.
Não subestime o poder do reforço positivo. Valorize as pequenas conquistas. Quando você realiza ações que fazem você se sentir bem, você deseja continuar praticando-as.
Em vez de se concentrar nos números da sua balança, procure estabelecer padrões alimentares mais saudáveis e mudanças no estilo de vida. Isso normalmente leva à perda de peso e à sensação de melhora do corpo. Às vezes o peso na balança não muda, mas o seu metabolismo está muito melhor. A balança não mostra saúde.
2. Dietas da moda
Se um programa de dieta superficial que promete derreter quilos parece bom demais para ser verdade… bem, provavelmente não é verdade ou não vale seu tempo e esforço.
As dietas da moda oferecem muitas promessas de tirar o fôlego (DERRETER A GORDURA DA BARRIGA!), Mas oferecem poucos resultados a longo prazo, se houver. Basicamente, esses planos oferecem esperança e entusiasmo, mas pouco mais.
Então, como você identifica uma dieta da moda? Muitos se concentram em comer um alimento ou tipo específico de alimento. É uma restrição atrás de outra restrição até você não aguentar mais de tanta restrição e ter um episódio de compulsão alimentar e todo o sentimento de culpa e fracasso que vem junto.
“Ao cortar grupos de alimentos, muitas dietas da moda excluem os principais nutrientes de que seu corpo necessita, o que pode levar a problemas de saúde. As dietas da moda muitas vezes estabelecem uma relação disfuncional com os alimentos que pode ser difícil de desfazer.” – Explica.
Uma dieta saudável e sustentável é normalmente aquela que é completa. Isso significa comer frutas, vegetais, grãos integrais, proteínas e laticínios em porções que façam sentido.
3. Usar a culpa como motivador
Culpar-se mentalmente por causa do seu peso não ajudará a diminuir os números na sua balança. Na verdade, pode ter o efeito oposto.
Estudos mostram que sentimentos de culpa em relação ao seu peso podem levar ao ganho de peso e desencadear uma relação pouco saudável com a comida.
Em outras palavras, abandonar os pensamentos “negativos” pode ajudá-la a perder peso.
4. Pular refeições
Se cortar calorias equivale a perder peso, então pular refeições deveria fazer maravilhas, certo? Não exatamente. Principalmente o café da manhã. Afinal, a comida é combustível para o seu corpo. Você não pode simplesmente deixar seu tanque vazio.
Pular o café da manhã pode desacelerar o metabolismo, o que significa que o corpo queima menos calorias – um ajuste fisiológico que pode levar ao ganho de peso.
Agora, existem programas de jejum intermitente que limitam suas “horas de alimentação” e podem ser eficazes para perda e controle de peso. Mas estes planos mantêm a ingestão nutricional e não se baseiam em saltar refeições.
Nunca pule o café da manhã!
Por outro lado, tenha cuidado com dietas de baixa caloria que ficam abaixo de 1.000 calorias por dia. Comer uma quantidade tão mínima de alimentos muitas vezes requer suporte nutricional extra através de vitaminas e suplementos. Converse com seu médico para evitar quaisquer deficiências.
5. Concentrar-se apenas na alimentação e nos exercícios
Limitar calorias e aumentar a atividade são normalmente os movimentos essenciais para quem quer perder peso. Mas outros hábitos de estilo de vida não devem ser ignorados enquanto você trabalha em direção ao seu objetivo de peso.
“A qualidade do sono e estresse são extremamente importantes. Alto estresse e pouco sono podem afetar os hormônios que controlam o apetite e levar a comer demais.”- Afirma.
Perder peso não é fácil. Não existem atalhos. Mas existem maneiras de perder quilos com segurança e melhorar sua saúde geral. Dê a si mesma, tempo e flexibilidade para trabalhar em direção ao corpo que deseja.