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Dormir é realmente importante?

Por que falam tanto que dormir é fundamental para a boa saúde? Tem alguma prova de que dormir piora o risco de doenças e inflamação?

Quando criança é aquele inferno para sair da cama. “ Mãe me deixa dormir mais um pouquinho”.

Infelizmente, a população está cada vez menos priorizando o sono. Muito estresse, muito trabalho, pouco lazer e meditação e muito tempo de tela. Essa combinação é péssima para a qualidade do sono e aquela boa noite de 8 horas de sono restaurador está cada vez mais difícil de encontrarmos.

Dormir menos de cinco horas após os 50 anos pode estar associado a um risco aumentado de desenvolver pelo menos duas doenças crônicas!

pesquisa, recentemente publicada, analisou o impacto da duração do sono na saúde de mais de 7.000 homens e mulheres com idades entre 50, 60 e 70 anos.

Os pesquisadores examinaram a relação entre quanto tempo cada participante dormiu, mortalidade e se eles foram diagnosticados com duas ou mais doenças crônicas (multimorbidade) – como doenças cardíacas, câncer ou diabete – ao longo de 25 anos!

Pessoas que relataram dormir cinco horas ou menos aos 50 anos tinham 20% mais chances de serem diagnosticadas com uma doença crônica e 40% mais chances de serem diagnosticadas com duas ou mais doenças crônicas ao longo dos 25 anos, em comparação com pessoas que dormiram até sete horas por mais de 25 anos.

Além disso, dormir por cinco horas ou menos aos 50, 60 e 70 anos foi associado a um aumento de 30% a 40% no risco de multimorbidade quando comparado com aqueles que dormiram por até sete horas.

Os pesquisadores também descobriram que a duração do sono de cinco horas ou menos aos 50 anos foi associada a um aumento de 25% no risco de mortalidade nos 25 anos de acompanhamento – o que pode ser explicado principalmente pelo fato de que a curta duração do sono aumenta o risco de doenças crônicas.

“A multimorbidade está aumentando no mundo inteiro. Hoje mais da metade das pessoas idosas têm pelo menos duas doenças crônicas. Isso é um grande desafio para a gestão de saúde coletiva, pois a multimorbidade está associada à alta utilização dos serviços de saúde, internações e incapacidades. O sono deve ser levado mais a sério, embora raramente seja um questionamento durante uma consulta médica de rotina” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

À medida que as pessoas envelhecem, seus hábitos de sono e a estrutura do sono mudam. No entanto, recomenda-se dormir de 7 a 8 horas por noite, pois as durações do sono acima ou abaixo disso já foram associadas a doenças crônicas individuais.

Para garantir uma melhor noite de sono, é importante promover uma boa higiene do sono, como garantir que o quarto esteja silencioso, escuro e com temperatura confortável antes de dormir. Também é aconselhável retirar os aparelhos eletrônicos e evitar grandes refeições antes de dormir. Atividade física e a exposição à luz durante o dia também pode promover um bom sono.

Como parte do estudo, os pesquisadores também avaliaram se dormir por uma longa duração, de nove horas ou mais, afetava os resultados de saúde. Não houve associação clara entre longas durações de sono aos 50 anos e multimorbidade em pessoas saudáveis.

No entanto, se um participante já havia sido diagnosticado com uma condição crônica, a longa duração do sono estava associada a um aumento de cerca de 35% no risco de desenvolver outra doença. Os pesquisadores acreditam que isso pode ser devido a condições de saúde subjacentes que afetam o sono.

Dormir o suficiente permite que seu corpo descanse. `sem o sono adequado o corpo inflama e aumenta o risco de doenças crônicas, doenças cardiovasculares, diabete, obesidade e piora o lipedema.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

 

 

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Hoje 62% das mulheres estão acima do peso e isso não pára de aumentar.

A tentativa de dietas restritivas se mostram ineficientes no longo prazo

No entanto, será que o horário que você come pode ajudar?

Todos os países ganharam peso nos últimos 40 anos. Embora a expectativa de vida tenha aumentado bastante nos últimos 40 anos devido à revolução industrial, temos visto uma inversão deste crescimento desde 2014. A obesidade é o principal fator causal.

Três pilares são muito importantes no controle do peso: regulação da ingestão de calorias, número de calorias que você queima e alterações moleculares no tecido adiposo.

Um novo estudo realizado por pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital descobriu que o horário que comemos afeta significativamente nosso gasto de energia, apetite e vias moleculares no tecido adiposo!

“ O ritmo circadiano é imperativo no nosso metabolismo e somos seres de hábitos diurnos. No entanto, cada vez mais as pessoas ficam horas da noite fazendo atividades que excitam muito o cérebro e acabam comendo muito a noite e acordam sem fome e com pressa para sair de casa. Sabemos de longa data que comer muito a noite aumenta o risco de obesidade, mas não entendíamos os mecanismos disso. Este novo estudo vai abrir portas para outros estudos. Certamente, os seus resultados vão ajudar no tratamento do lipedema.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

O estudo foi feito com pacientes com índice de massa corporal (IMC) na faixa de sobrepeso ou obesidade. Cada participante completou dois protocolos de estudo: um com um horário estritamente agendado para as primeiras refeições e o outro com as mesmas refeições, cada uma agendada cerca de quatro horas mais tarde no dia. Nas últimas duas a três semanas antes de iniciar cada um dos protocolos em laboratório, os participantes mantiveram horários fixos de sono e vigília e, nos três dias finais antes de entrar no laboratório, seguiram rigorosamente dietas e horários de refeições idênticos em casa. No laboratório, os participantes documentaram regularmente sua fome e apetite, forneceram pequenas amostras frequentes de sangue ao longo do dia e mediram a temperatura corporal e o gasto de energia. Para medir como o tempo de alimentação afetou as vias moleculares envolvidas na adipogênese, ou como o corpo armazena gordura, os pesquisadores coletaram biópsias de tecido adiposo de um subconjunto de participantes durante testes laboratoriais nos protocolos de alimentação precoce e tardia, para permitir a comparação dos padrões de expressão gênica entre essas duas condições alimentares.

Os resultados revelaram que comer mais tarde teve efeitos profundos na fome e nos hormônios reguladores do apetite, leptina e grelina, que influenciam nosso desejo de comer e metabolismo. Especificamente, os níveis do hormônio leptina, que sinaliza saciedade, diminuíram ao longo das 24 horas na condição de alimentação tardia em comparação com as condições de alimentação precoce. Quando os participantes comeram mais tarde, eles também queimaram calorias em um ritmo mais lento e exibiram expressão gênica do tecido adiposo para aumentar a adipogênese e diminuir a lipólise, que promovem o crescimento de gordura. Notavelmente, esses achados transmitem mecanismos fisiológicos e moleculares convergentes subjacentes à correlação entre alimentação tardia e aumento do risco de obesidade.

Este estudo mostra o impacto da alimentação tardia versus matinal. Eles isolaram esses efeitos controlando variáveis de confusão como ingestão calórica, atividade física, sono e exposição à luz, mas na realidade, muitos desses fatores podem ser influenciados pelo horário das refeições, o que pode piorar ainda mais o efeito de uma alimentação tardia.

Você tem se alimentado mais de dia ou a noite?

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Saiba 6 razões pelas quais o ressentimento se infiltra em seus relacionamentos e o que fazer sobre isso.

Defenda suas próprias necessidades, mas também pratique a empatia.

Todos ouvimos sobre a separação da Shakira devido à traição de seu marido.

Todo relacionamento de longo prazo é difícil. Vemos casais que passam a imagem de casais perfeitos, mas, na verdade, a vida deles está um inferno. Muitas vezes acreditamos que está acontecendo apenas conosco, mas todos temos momentos difíceis. Sem dúvida nenhuma, o segredo de um relacionamento de longo prazo é a empatia.

Não existe uma pessoa que não sente raiva por não estar sendo tratada de forma justa ou por suas necessidades estarem sendo ignoradas. Com o tempo, isso se transforma em decepção, amargura e ressentimentos.

Sem perceber as pessoas entram em um cabo de guerra sobre quem está certo e quem está errado, e os egos ficam no caminho. Quando todos estão no modo de batalha, é difícil reconhecer a humanidade um do outro.

“ Existe uma frase que diz que casamento é a melhor forma de resolver a dois problemas que você nunca teria sozinho. Não existe nenhum casal que nunca passou por um período difícil. Mas a unidade da família é muito importante para a saúde mental das crianças e muitas vezes as pessoas se esquecem disso. Existe muito desgaste no relacionamento, principalmente por falta de empatia. Entender que teremos de ceder em diversos momentos não impede defender as próprias necessidades. O diálogo é sempre importante. Ninguém lê a mente dos outros. Identificar se existe um narcisista no relacionamento é fundamental para um não sufocar o outro. No estudo mais antigo do mundo de Harvard, o principal fator de felicidade no final da vida é ter tido um relacionamento estável na 4º década de vida. Vale a pena investir na pessoa que você já amou tanto.” – Comenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

1. Sempre ter a razão

Quando alguém insiste que está certo o tempo todo, isso é arrogância.

As pessoas muitas vezes querem que as outras façam as coisas, exatamente como elas fariam ou da forma que elas querem. É preciso entender, que há várias maneiras de fazer a mesma coisa. Cada um vai fazer do seu jeito e deve ser respeitada a sua forma de agir.

Qual o lado certo de colocar o papel higiênico? Sabia que metade das pessoas acredita que é saindo por cima e outra metade, saindo por baixo?

Defenda o seu direito de fazer as coisas do seu jeito. Fale, explique e se posicione. Não deixe os sentimentos apodrecerem. Quanto mais você espera, mais o ressentimento tende a crescer e explodir em uma discussão sobre algo insignificante.

2. Tirar vantagem dos outros

Se você acha que alguém está sendo egoísta, primeiro tente colocar-se no lugar dessa pessoa. Pergunte a si mesma por que eles estão tão empenhados em ter suas próprias necessidades atendidas. O que realmente está acontecendo?

Algumas pessoas não tiveram a mesma vida e educação/criação que você. Outros sofreram traumas de infância que os fizeram se concentrar na sobrevivência e em suas próprias necessidades em primeiro lugar.

Gentilmente, diga à pessoa como o comportamento dela faz você se sentir. Se isso não funcionar, aprenda a dizer “não” à pessoa com confiança e convicção, mas de forma educada.

3. Sentir-se ofendida

Comentários irrefletidos e insultos irritam. Algumas pessoas desencadeiam nossa raiva mesmo sem saber. Reconheça os seus gatilhos e quem consegue ativá-los facilmente.

Considerar a intenção da pessoa pode afastar o ressentimento antes que ele se enraíze.

Mas se outra pessoa conhece seus gatilhos e os acerta intencionalmente, seu ressentimento pode ser uma mensagem.

Não ignore o sentimento. Se você se sente ofendida repetidamente por uma pessoa, isso pode ser um sinal de que ela não é uma boa pessoa para se ter em sua vida.

4. Expectativas irreais

Às vezes, podemos esperar mais das pessoas do que elas podem fazer ou oferecer. É preciso reconhecer a natureza e os hábitos das outras pessoas.

Se não fizer parte da personalidade da pessoa ter determinada ação, você se preparou para se sentir ressentida.

Exemplos simples:

Achar que a outra pessoa vai lembrar de uma data importante e irá te presentear.

Acreditar que a outra pessoa vai entender que o gasto está grande e vai se oferecer para dividir a conta.

Em vez disso, tente ajustar suas expectativas. A outra pessoa pode estar mostrando apreço de uma maneira diferente.

5. Não ser ouvida

A pessoa parece estar a quilômetros de distância quando você está conversando pela manhã? Às vezes ouvir é incrivelmente difícil. Não grite, provavelmente você terá que repetir sua mensagem.

Envie um áudio ou mensagem de texto mais tarde e recapitule o que você queria dizer. Fuja de uma discussão que não irá mudar a outra pessoa.

6. Atraso frequente

Você pode sentir que a pessoa que nunca chega na hora ou cumpre horário não se importa com você.

“É rotina para algumas pessoas chegar fora do horário combinado. Não adianta discutir. Com cuidado, aponte como o atraso deles faz você se sentir e o que você gostaria. Explique que o atraso dela vai implicar na sua rotina e na de outras pessoas que se comprometeram com determinado horário. Em seguida, estabeleça limites firmes. Diga à outra pessoa quanto tempo você vai esperar e cumpra o que você disse caso ela se atrase. O tempo é a coisa mais valiosa que nós temos.”  – Aconselha o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Uma mudança de pensamento também pode ajudar. Tente ver o atraso da outra pessoa como um reflexo dela, e não seu. O atraso pode ter menos a ver com respeitar seu tempo e mais a ver com seus próprios hábitos ou ansiedade.

Sempre correr para dentro de casa “para mais uma coisa” ou se distrair com coisas sem importância antes de sair pode ser uma tentativa de aliviar a ansiedade.

Praticar o perdão é fundamental para a vida em sociedade e relacionamentos de longo prazo.

É possível aprender a ser uma pessoa mais empática e abandonar comportamentos problemáticos. Mas a pessoa deve estar disposta a mudar.

Primeiro, devemos identificar o que está acontecendo. Você pode se tornar hábil em chegar rapidamente à raiz de um problema de relacionamento antes que a raiva, a miséria ou a amargura se instalem. Quanto maior o acúmulo de sentimento, mais difícil é resolver a situação.

Após resolver um problema, não o repita. Considere um momento de aprendizado para usar no futuro. Não olhe para trás. Você não está mais indo para lá.

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Quando perdoamos aqueles que nos fizeram algum mal, nos libertamos das mágoas e ressentimentos que atrapalham a fluidez da vida.

 

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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Prebiótico, probiótico, pós biótico? São todos a mesma coisa?

Sempre quando falamos em bactérias as pessoas pensam em infecção e vilões microscópicos. No entanto, o seu corpo está realmente repleto de bactérias. A cada célula sua, o seu corpo tem de 6-10 bactérias. Temos 100x mais DNA no nosso intestino do que no restante do corpo. Mas as bactérias são verdadeiros heróis e protetores do nosso corpo.

As bactérias intestinais (microbiota intestinal) que vivem em seu trato gastrointestinal são fundamentais. Eles ajudam:

  • Quebrar e digerir os alimentos;
  •  Estimular seu sistema imunológico;
  • Manter a inflamação controlada;
  • Produzir vitaminas;
  • Produzir serotonina (hormônio da felicidade) e outros neurotransmissores.

“No intestino humano, existem muitas bactérias. As principais que fazem bem são Lactobacillus e Bifidobacterium. Os probióticos e pré-bióticos ajudam essas bactérias amigáveis, mas de maneiras diferentes, sendo fundamentais para auxiliar no tratamento de diversas doenças. O intestino é o centro do controle da inflamação do corpo e do ritmo circadiano e infelizmente as pessoas ainda valorizam pouco a saúde intestinal. No tratamento do lipedema é fundamental ter uma microbiota intestinal saudável e uma barreira intestinal.”- Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Pré-bióticos

São uma fonte de alimento para as bactérias amigáveis no trato intestinal. Nosso sistema digestivo não pode quebrar os pré-bióticos, para que eles sobrevivam à jornada pelo trato digestivo. Quando eles chegam no intestino, as bactérias se alimentam deles para poder crescer e se multiplicar.

Probióticos

São microorganismos vivos isolados de seres humanos e, em seguida, cultivados em laboratório para serem utilizados como suplemento. Quando os ingerimos na forma de alimentos ou suplementos, eles sobrevivem no intestino e nos proporcionam benefícios, como as boas bactérias que temos naturalmente. Podem também repor a flora natural perdida devido à inflamação crônica ou uso de antibióticos.

Pós-bióticos

São o fim dos probióticos e pré-bióticos: o que eles produzem, que pode ser transformado em produtos ou tratamentos que teriam um efeito curativo nas pessoas.

Os cientistas fazem pós-bióticos quando pegam as bactérias, misturam-nas em uma grande cuba, deixam que produzam compostos bioativos e depois colocam esses materiais em forma de pílula ou algo semelhante. A intenção é que esses produtos finais do metabolismo bacteriano tenham um benefício terapêutico.

A medicina ainda não entende completamente como os pós-bióticos funcionam. Mas um pós-biótico bem estudado, o ácido butírico, oferece algumas pistas. O ácido butírico é um ácido graxo de cadeia curta, que as bactérias usam como combustível. Dependendo da disponibilidade de ácido butírico em seu cólon, certas espécies de bactérias podem florescer ou morrer de fome.

Em um estado saudável, você pode confiar em seu intestino para fazer todas as coisas certas para você. Como você já possui uma boa composição de bactérias amigáveis, não precisará de pré, probióticos ou pós-bióticos.

No entanto, a maioria das pessoas não vive em um estado saudável. Ainda mais agora com estresse crônico. As pessoas não ingerem  quantidade suficiente de fibras que as bactérias intestinais precisam para sobreviver e replicar.

Para algumas pessoas, pode não ser uma falta de fibra, mas uma doença crônica resultante em bactérias amigáveis insuficientes no trato gastrointestinal. A dibiose intestinal refere-se ao mau estado das bactérias intestinais amigáveis em pessoas cuja condição pode afetar negativamente a mistura de boas bactérias intestinais.

Se sua dieta está fora de controle ou se você vive com uma doença crônica, como Lipedema, um suplemento probiótico tem o potencial de ajudar a restaurar seu intestino para uma saúde ideal. Existem suplementos disponíveis comercialmente que fornecem Lactobacillus e Bifidobacterium, bem como outras espécies probióticas.

“Para a maioria das pessoas, tomar um probiótico é seguro. No entanto, deve-se saber o que prescrever e em qual quantidade. Hoje temos probióticos específicos para intestino, boca, vagina, trato urinário, pele e pulmões. Além de outros que podem auxiliar na fibrose do Lipedema e manutenção do colágeno da pele.”

Muitos alimentos apresentam probióticos:

  • Iogurte que contém estirpes adicionadas de Lactobacillus e Bifidobacterium;
  • Kombucha, um chá fermentado;
  • Tempeh, soja fermentada;
  • Chucrute, repolho fermentado.

Você pode comprar suplementos pré-bióticos ou enzimas digestivas, mas não precisa deles se ingerir os alimentos que fortalecem o exército de bactérias amigáveis no intestino

Estes alimentos ajudam a microbiota:

  • Alimentos ricos em fibras: frutas, vegetais e grãos integrais;
  • Batatas: Idealmente, uma batata cozida e resfriada, pois o amido é mais resistente à digestão;
  • Bananas: Bananas verdes menos maduras são ricas em amido resistente.
  • Alcachofra: Um vegetal de raiz rico em inulina prebiótica.

Vantagens dos pós-bióticos:

  • É possível utilizar doses mais potentes do que as bactérias podem produzir na vida real. Isso ajuda em casos que o intestino está muito inflamado com perda importante da barreira intestinal.
  • Maior estabilidade. Os probióticos precisam estar vivos para funcionar. Mas alguns precisam de refrigeração para mantê-los estáveis. Os pós-bióticos na forma de seus pós-produtos têm maior estabilidade.

Os pós-bióticos podem ser separados em várias categorias:

  • Lisados bacterianos (medicamentos feitos de bactérias decompostas);
  • Sobrenadantes livres de células (compostos produzidos por bactérias e leveduras);
  • Fragmentos de parede celular;
  • Enzimas;
  • Exopolissacarídeos (substâncias que os microrganismos secretam);
  • Lipopolissacarídeos (grandes moléculas encontradas na camada externa de certas bactérias);
  • Outros metabólitos como vitaminas e aminoácidos;
  • Ácidos graxos de cadeia curta.

Devo comprar um pós-biótico?

Os pós-bióticos são um assunto bem comentado no momento e com grandes expectativas de resultado.

Mas os pós-bióticos ainda não estão tão amplamente disponíveis quanto os probióticos; por isso, são difíceis de encontrar.

“Lembrar que os probióticos funcionam produzindo produtos químicos que são tecnicamente pós-bióticos. Portanto, você ainda pode obter esses efeitos pós-bióticos dos probióticos que são muito mais baratos.” – Indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Se você tiver algum problema de saúde, sempre converse com seu médico antes de se automedicar. A avaliação de um médico é útil para descartar condições subjacentes mais graves, e aumenta a possibilidade de fazer um tratamento seguro e eficaz.

Dicas:

  • Não compre nenhum produto pela internet sem saber o fornecedor;
  • Procurar produtos com selo do INMETRO;
  • Se for manipular, utilizar uma farmácia de confiança;
  • Não vá atrás de marcas, bactérias não tem etiqueta.

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Você já ouviu falar em óleo de Krill?

Sabia que ele é bom para inflamação? Será que vale a pena para quem tem lipedema?

Krill é um pequeno crustáceo encontrado no oceano. Ele serve de alimento para baleias e pinguins mas o krill também pode trazer benefícios para os humanos.

Uma possível alternativa ao óleo de peixe, o óleo de krill possui ácidos graxos ômega-3 que podem ajudar a melhorar a saúde do coração, combater a inflamação e apoiar a saúde do cérebro e do sistema nervoso.

Algumas pesquisas mostraram que o ômega-3  pode:

  • Baixar os níveis de triglicerídeos;
  • Diminuir o risco de ataque cardíaco;
  • Ajudar a manter um ritmo cardíaco normal;
  • Reduzir o risco de acidente vascular cerebral em pessoas com problemas cardíacos;
  • Melhorar a pressão arterial;
  • Reduzir a inflamação e aliviar os sintomas da artrite;
  • Ajudar a tratar a depressão em algumas pessoas.

Enquanto a palavra krill significa “peixe pequeno” em norueguês, os minúsculos crustáceos têm um grande impacto com suas fontes de ácido docosaexaenoico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA), dois ácidos graxos ômega-3 encontrados apenas na vida marinha

Embora o krill e o óleo de peixe tenham DHA e EPA, acredita-se que os ácidos graxos ômega-3 encontrados no óleo de krill tenham uma maior biodisponibilidade  ou taxa de absorção em seu corpo –do que o óleo de peixe.

Mais pesquisas são necessárias para determinar se o óleo de krill pode ser absorvido mais facilmente.

Inflamação

O óleo de krill também contém astaxantina, um pigmento encontrado em carotenoides. A astaxantina demonstrou também ter benefícios anti-inflamatórios e antioxidantes, que podem ajudar a combater os efeitos negativos dos radicais livres no cérebro, no sistema nervoso e em todo lugar que tem gordura.

Pode ajudar com os sintomas da TPM

O uso de óleo de krill pode ajudar a aliviar a dor menstrual e outros sintomas. Um estudo comparou o óleo de peixe ao óleo de krill e, embora ambos os suplementos tenham melhorado os sintomas para aqueles com TPM, as mulheres que tomaram óleo de krill precisaram de menos medicação para a dor.

“ Minha maior preocupação com peixes e óleos de peixe hoje é a contaminação por mercúrio que aumentou muito nos últimos anos. Comer uma a duas refeições de peixe gordo semanalmente é considerado seguro. Os peixes com menor teor de mercúrio são salmão, atum, sardinha e os peixes mais ricos em mercúrio são tubarão e cavala. Suplementos de qualidade de óleo de peixe não contém mercúrio e tem selo certificando. Como o krill está na extremidade inferior da cadeia alimentar do oceano, eles não têm tempo para acumular altos níveis de mercúrio ou outros contaminantes. Mas é importante certificar-se de que o óleo de peixe e o óleo de krill que você usa são obtidos usando métodos sustentáveis. Procure produtos certificados como sustentáveis. Vale a pena.”  – Recomenda o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Pode reduzir a artrite e a dor nas articulações

Um estudo examinou como o óleo de krill pode reduzir os sintomas da artrite reumatóide. Aqueles que tomaram 300 miligramas de óleo de krill por dia durante 30 dias viram uma melhora na redução dos sintomas e usaram menos medicação de resgate.

Também pode ajudar com a dor. Um pequeno estudo deu aos participantes óleo de krill para dor leve no joelho por 30 dias. Os resultados mostraram uma redução significativa da dor enquanto eles estavam em pé ou dormindo.

O óleo de peixe e o óleo de krill são conhecidos por terem efeitos de afinamento do sangue. Então, para pessoas que tomam anticoagulantes, verifique com seu médico antes de tomar suplementos de ômega-3.

O óleo de peixe e o óleo de krill estão disponíveis nas formas de cápsulas, mastigáveis e líquidas. Uma dose padrão de óleo de peixe ou óleo de krill para adultos é de 1 a 3 gramas por dia. No entanto, é melhor consultar o seu médico para a dose certa para você. Eles podem aconselhá-la a usar mais ou menos.

Quando se trata de ômega-3, mais em sua dieta não é melhor. Tomar muito não oferece melhores resultados, mas aumenta o risco de efeitos colaterais.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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Doença do silicone. Você já ouviu falar disso?

Conhece alguém que tem prótese de silicone? Ou você mesma? Essa matéria é muito importante para todas as mulheres inclusive as com Lipedema

Doença do implante mamário (DIM) é um termo que algumas mulheres e médicos usam para se referir a uma ampla gama de sintomas que podem se desenvolver após uma reconstrução ou aumento cosmético com implantes mamários. É também por vezes referido como síndrome autoimune/inflamatória induzida por adjuvantes (ASIA). A DIM pode ocorrer com qualquer tipo de implante mamário, incluindo preenchimento com gel de silicone, soro fisiológico, superfície lisa, superfície texturizada, redonda ou em forma de lágrima.

Os sintomas podem incluir:

  • Dores articulares e musculares
  • Fadiga crônica
  • Problemas de memória e concentração
  • Problemas respiratórios
  • Distúrbios de sono
  • Erupções cutâneas e problemas de pele
  • Boca seca e olhos secos
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Dores de cabeça
  • Perda de cabelo
  • Problemas gastrointestinais

“ Os sintomas podem aparecer a qualquer momento após a cirurgia de implante. Algumas pessoas desenvolvem sintomas imediatamente, enquanto outras os desenvolvem anos depois.

Muitos dos sintomas estão associados a distúrbios autoimunes e do tecido conjuntivo, como lúpus, artrite reumatoide e esclerodermia. Algumas pessoas também são diagnosticadas com um distúrbio autoimune ou do tecido conjuntivo específico, mas muitos não. Em muitos, mas não em todos os casos, a cirurgia para remover os implantes mamários melhora ou resolve completamente os sintomas. Estamos vivenciando um momento de mudança de paradigma. O silicone não é tão inerte como imaginávamos.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

O DIM não é atualmente reconhecido como um diagnóstico médico oficial e não há código de diagnóstico para ele. É pouco compreendido e não tem sido muito estudado como uma condição única.

Em maio de 2019, a FDA divulgou um comunicado observando que os funcionários da agência estão “tomando medidas para melhor caracterizar DIM e seus fatores de risco, e estão considerando maneiras de ajudar a garantir que as mulheres tenham todas as informações necessárias para tomar decisões informadas sobre seja para obter implantes mamários ou remover implantes mamários existentes em um esforço para reverter os sintomas sistêmicos”. Em outubro de 2019, a agência publicou um rascunho de recomendações aos fabricantes de implantes para nova rotulagem dos implantes mamários. A agência aconselhou os fabricantes a incluir informações sobre o risco de sintomas sistêmicos e em uma lista de verificação de decisão do paciente que seria incluída nos folhetos de informações do paciente.

Diagnóstico da doença do implante mamário

Atualmente, não há testes diagnósticos comumente usados ou critérios diagnósticos específicos.

Muitas pacientes procuram diversos médicos antes de perceber que seus sintomas podem estar ligados aos seus implantes.

“Geralmente, pensa-se em doença do silicone depois de esgotar todas as outras alternativas. Quando isso acontece sugiro a retirada da prótese. Mas já temos visto diversas mulheres que optam pela retirada da prótese por outro motivo e referem que se sentiram melhores após a retirada do implante.” – Comenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

A cada ano, milhões de mulheres recebem implantes mamários de silicone para fins reconstrutivos e estéticos. Portanto, saber se o uso desses implantes está associado ou mesmo pode causar determinadas doenças e síndromes é de grande interesse de saúde pública. O potencial conjunto de participantes com implantes mamários para grandes ensaios e estudos de coorte definitivamente existe para investigar resultados associados ou mesmo causados por sangramento e migração de silicone, bem como outros problemas que podem estar relacionados aos implantes mamários de silicone. Seria de esperar que o financiamento para tais estudos também estivesse disponível, tendo em vista os montantes significativos de recursos financeiros envolvidos no uso de implantes mamários de silicone.

Enquanto aguardamos a realização desses estudos, provavelmente há espaço para informações mais transparentes para as mulheres que estão considerando ou já têm implantes mamários. Essa transparência é vital para melhorar a tomada de decisão informada sobre a probabilidade de deposição de silicone nos tecidos adjacentes e distante dos implantes.

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Ortorexia

Quando a vontade de comer saudável cria tanta regra para você que começa a te fazer mal

A informação sobre o lipedema está chegando cada vez mais a um número maior de pessoas. Junto com o conhecimento vem junto uma sensação de medo e desespero. Muitas “ regras”  e “ verdades” começam a surgir aos montes a a vida de algumas mulheres tem se tornado um inferno.

Não pode isso! Fuja daquilo! Essa atividade você não pode!

Certamente, a área que estão mais divulgando informação falsa é sobre a alimentação. Estão criando tantas regras que o fato de alimentar-se já está criando ansiedade em algumas mulheres com lipedema.

O ato de comer saudável está gerando uma piora da qualidade de vida de muita gente.

“Nos últimos anos, os pesquisadores reconheceram que as pessoas podem se tornar excessivamente obcecadas por uma alimentação saudável, a ponto de se tornar prejudicial ao seu bem-estar. Um novo termo surgiu para esse comportamento: ortorexia nervosa. Isso descreve uma obsessão patológica por comer alimentos “limpos” ou “saudáveis”. Infelizmente, tenho visto isso cada vez mais nas mulheres com Lipedema que chegam no consultório. Nenhum plano alimentar restritivo é válido para o longo prazo. Informação sem conhecimento têm feito muito mal para a nossa sociedade como um todo.” – Avisa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

As pessoas que vivem com ortorexia se envolvem em comportamentos alimentares restritivos ou ritualizados e evitam certos alimentos que não se enquadram em sua definição de “limpo” ou “saudável”. Essas dietas podem ser tão rigorosas que afetam a saúde física ou mental das pessoas que as seguem.

A ortorexia não é apenas alguém que segue uma dieta vegana estrita por razões éticas ou come sem glúten porque faz com que se sinta melhor.

Em vez disso, uma pessoa que vive com ortorexia segue obsessivamente as regras que criou ou foram impostas sobre quais alimentos são saudáveis e quais não são. Elas também podem se sentir culpadas e ansiosas quando confrontadas com alimentos que não se encaixam em suas regras.

Esses comportamentos compartilham muitas características com o transtorno alimentar anorexia nervosa. A diferença é que as pessoas que vivem com ortorexia estão focadas na qualidade da alimentação, enquanto as pessoas que vivem com anorexia restringem a quantidade de alimentos que ingerem.

A ortorexia não é encontrada na lista oficial de transtornos alimentares e outras doenças mentais que os psicólogos usam para fazer um diagnóstico. Mas a Associação Nacional de Distúrbios Alimentares aborda isso, e cada vez mais temos pesquisas sendo realizadas.

Sinais de alerta e sintomas

  • Verificação compulsiva de listas de ingredientes e rótulos nutricionais;
  • Aumento da preocupação com a saúde dos ingredientes;
  • Cortar um número crescente de grupos de alimentos (todos os açúcares, todos os carboidratos, todos os laticínios, todas as carnes, todos os produtos de origem animal);
  • Incapacidade de comer qualquer coisa além de um grupo restrito de alimentos que são considerados “saudáveis” ou “puros”;
  • Interesse incomum na saúde do que os outros estão comendo;
  • Passar horas por dia pensando em qual comida pode ser servida nos próximos eventos;
  • Mostrar altos níveis de angústia quando alimentos “seguros” ou “saudáveis” não estão disponíveis;
  • Seguimento obsessivo de blogs de comida e “estilo de vida saudável” no Twitter e Instagram;
  • Preocupações com a imagem corporal podem ou não estar presentes.

“Devemos lembrar que comer é um componente social. Compartilhar refeições é uma maneira universal de nós, humanos, passarmos tempo de qualidade uns com os outros. Aderir a regras alimentares muito rígidas sem flexibilidade pode causar isolamento social e sofrimento emocional. Temos de sempre procurar o equilíbrio.” – Aconselha o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Atualmente, não há tratamentos clínicos desenvolvidos especificamente para a ortorexia, mas muitos especialistas em transtornos alimentares tratam a ortorexia como uma variedade de anorexia e/ou transtorno obsessivo-compulsivo. Assim, o tratamento geralmente envolve psicoterapia para aumentar a variedade de alimentos ingeridos e exposição a alimentos que provocam ansiedade ou temidos, bem como a restauração do peso, conforme necessário.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

Caso prefira, entre em contato diretamente com ele via e-mail:

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Você sabia que metade das mulheres com lipedema apresentam ou já apresentaram algum distúrbio alimentar?

Saiba mais sobre o assunto, sinais, sintomas e como ajudar

Os distúrbios alimentares abrangem uma ampla gama de condições, incluindo anorexia, bulimia e transtorno da compulsão alimentar periódica. Mas há uma porcentagem muito maior de pessoas (5 a 20%) que lutam com sintomas que não atendem a todos os critérios de um padrão alimentar problemático.

Por exemplo, algumas podem purgar às vezes, mas não com frequência suficiente para significar bulimia. Como os distúrbios alimentares completos, essas condições abaixo do limite podem levar a um sofrimento significativo, afetando a saúde geral e a qualidade de vida de uma pessoa, principalmente as mulheres com lipedema que não conseguem compreender o que está acontecendo com o corpo.

Independentemente do tipo, os distúrbios alimentares desencadeiam uma variedade de desafios quando se trata de diagnóstico e tratamento. Reconhecer o problema é muitas vezes o primeiro passo, porém mais importante.

“Um dos equívocos mais comuns sobre distúrbios alimentares é acreditar que acontece apenas em mulheres jovens. Pode afetar qualquer gênero, raça ou idade. Na verdade, os homens são responsáveis por 25% dos casos de transtornos alimentares. Como os médicos geralmente ignoram essa possibilidade, temos muito atraso no tratamento. Outro equívoco é acreditar que apenas pessoas obesas ou muito magras apresentam distúrbio alimentar. Todos podem apresentar e por isso é fundamental ter conhecimento sobre o assunto.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Conheça os sinais físicos e emocionais mais comuns de distúrbios alimentares

  • Flutuações significativas no peso;
  • Queixas e dores de estômago;
  • Mudanças nos hábitos intestinais;
  • Alterações na regularidade menstrual, incluindo períodos sem menstruação (amenorreia);
  • Sensação de tontura, fraqueza e/ou cansaço;
  • Desmaio;
  • Alterações na pele e no cabelo (ressecamento e quebradiço);
  • Problemas dentários relacionados ao ácido, incluindo cáries e erosão do esmalte (causado pela bulimia).

Os sinais emocionais de um distúrbio alimentar incluem:

  • Estar preocupada com peso, comida, dieta, calorias e carboidratos a ponto de comer e controlar o peso se tornar uma preocupação primordial em relação a outras atividades;
  • Estar preocupada com a imagem corporal, tamanho/forma do corpo, uma parte específica do corpo e/ou o número de medida;
  • Limitar significativamente o repertório de alimentos, restringindo categorias inteiras de alimentos e considerando apenas um número muito pequeno de alimentos seguros para comer;
  • Realização de rituais alimentares específicos;
  • Retirar-se de atividades sociais que tenham alimentação.

Se você reconhecer alguns sinais de alerta em você ou em um ente querido, considere as seguintes recomendações:

– Faça algo rápido. Pacientes com bulimia ou anorexia muitas vezes se recusam a reconhecer que precisam de ajuda.

  • Não deixe que o medo avassalador de ganhar peso a impeça de fazer algo
  • Não ignore o problema e espere que ele desapareça.
  • Não desista! Faça o que puder para incentivar alguém com um possível transtorno alimentar a procurar ajuda profissional. Acompanhe as consultas, bem como os marcos relacionados ao tratamento e à recuperação.

Desde o início, ter apoio familiar está associado a melhores resultados para pacientes com transtornos alimentares. No entanto, o envolvimento de um sistema de apoio é muito útil para pacientes de qualquer idade. Quanto mais precoce o diagnóstico maiores as chances de sucesso do tratamento.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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Social network connection with woman video chatting and smiling

Hoje ninguém consegue imaginar um mundo sem as mídias sociais

Esse mundo já existiu mas não vai existir mais

De fato, as mídias sociais estão ajudando bastante a divulgar a informação sobre o lipedema e isso tem ajudado muito gente.

No entanto, é importante lembrar que os humanos são animais sociais. As interações amigáveis liberam dopamina nos centros de recompensa de nossos cérebros para nos fazer repetir o comportamento. Até recentemente, esse ciclo de feedback nos serviu muito bem, com poucas oportunidades de sair do caminho. A mídia social mudou as coisas, oferecendo a oportunidade de interações quase infinitas. Esse excesso explora nossa inclinação natural para o contato social da mesma forma que os doces exploram nossa vontade natural de comer frutas maduras. Muito açúcar refinado pode causar uma série de problemas médicos; muita mídia social também pode afetar a saúde, principalmente a saúde mental.

“ Além do grande volume, as interações nas mídias sociais são qualitativamente diferentes das presenciais. Por um lado, as plataformas de mídia social desenvolveram oportunidades fáceis para os espectadores reagirem ao conteúdo, resultando em métricas de feedback objetivas para o criador do conteúdo. Como o denominador é essencialmente infinito, não importa quantas curtidas uma postagem receba, o numerador pode não parecer suficiente. Sentir-se insuficiente, não “curtida” o suficiente, julgada pelos outros ou excluída de um “grupo” tem um alto preço na saúde mental. Isso tem acontecido muito com as pessoas e com criadores de conteúdo é ainda pior.” – Comenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Teoricamente, a mídia social pode conectar pessoas em todo o mundo em escala, apresentando uma oportunidade para os usuários estabelecerem relacionamentos além de seus limites geográficos. As plataformas populares de mídia social também podem fornecer um palco com um público potencial de um bilhão de olhos. A mídia social oferece um tremendo potencial para as pessoas que querem ser notadas. No entanto, as conexões podem não ser controladas e temos muitos perfis falsos que destilam muito ódio e comentários desrespeitosos.

O Instagram foi criado usando algoritmos sofisticados e apresentação visual atraente, para manter os usuários envolvidos e interagindo com seu conteúdo quase ilimitado pelo maior tempo possível. De acordo com pesquisas feitas pelo Facebook (dono do Instagram), os jovens descrevem o Instagram como atual, amigável, moderno e criativo.

Muitos adolescentes dizem que o Instagram ajuda a definir quem eles são e os faz se sentir mais conectados às pessoas que conhecem. Outra fonte significativa do fascínio do Instagram, principalmente para usuários mais jovens, são as medidas objetivas de feedback que podem fazer os usuários se sentirem importantes ou de alto status social.

No entanto, essa importância é um problema. O impulso pela atenção cria seus próprios problemas. Mais de um terço dos usuários adolescentes do Instagram se sentem pressionados a postar conteúdo que terá muitas curtidas e comentários, e mais de 40% se sentem pressionados a postar apenas conteúdo que os faça parecer bons . De acordo com pesquisas internas do próprio Facebook, mais de 13% das meninas adolescentes disseram que o Instagram piora os pensamentos suicidas e 17% disseram que seus distúrbios alimentares pioraram com o uso do Instagram.

É impossível banir as redes sociais hoje em dias mas é muito importante quem produz conteúdo, mostrar a realidade. Temos países que proibiram postagens com filtro, isso deveria ser universal. Converse com seu filho adolescente sobre os prós e contras das mídias sociais: embora possa ser divertido, também pode se tornar uma distração. Defina limites para o uso de mídia social dos seus filhos. Mais importante ainda, converse com seus filhos sobre suas experiências, incluindo com quem eles estão interagindo e sobre o que estão falando. Sabemos que as mídias sociais podem prejudicar a saúde mental, portanto, fique atenta e intervenha se tiver preocupações.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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