A beautiful scenery of a river surrounded by greenery in a forest

Você vive em um mundo cheio de barulho? Sabia que as plantas também emitem sons?

As plantas exibem mudanças significativas em seus fenótipos em resposta ao estresse. Elas diferem visualmente, tanto em cor quanto em forma, de plantas não estressadas. Elas também emitem compostos orgânicos voláteis, por ex. quando expostos à seca ou herbívoros. Esses compostos orgânicos voláteis também podem afetar as plantas vizinhas, resultando em maior resistência nessas plantas. Ao todo, as plantas demonstraram produzir sinais visuais, químicos e táteis, aos quais outros organismos podem responder . No entanto, a capacidade das plantas de emitir sons transportados pelo ar – que poderiam ser ouvidos por outros organismos – não foi suficientemente explorada.

Vibrações de plantas foram descritas em vários cenários. As plantas expostas ao estresse hídrico demonstraram sofrer cavitação – um processo em que bolhas de ar se formam, expandem e colapsam no xilema, causando vibrações. Essas vibrações foram registradas conectando o dispositivo de registro diretamente à planta. Essas gravações de contato não revelam até que ponto essas (e outras) vibrações podem resultar em emissões acústicas que podem ser detectadas à distância e se podem ser detectadas.

Muitos animais, incluindo herbívoros e seus predadores, respondem ao som.

Recentemente, as plantas também demonstraram responder a sons, por exemplo, alterando a expressão de genes específicos, ou aumentando a concentração de açúcar em seu néctar. Assim, se as plantas emitem sons transportados pelo ar, esses sons podem desencadear uma resposta rápida em organismos próximos, incluindo animais e plantas. Mesmo que a emissão dos sons seja apenas resultado da condição fisiológica da planta, os organismos próximos que são capazes de ouvir esses sons podem usá-los para seu próprio benefício.

Em um recente estudo pesquisadores evidenciaram que plantas estressadas emitem sons aéreos que podem ser registrados à distância e classificados.

Eles gravaram sons ultrassônicos emitidos por plantas de tomate e tabaco dentro de uma câmara acústica e em casa de vegetação, enquanto monitoravam os parâmetros fisiológicos da planta.

 

Eles desenvolveram modelos de aprendizado através de inteligência artificial que conseguiram identificar a condição das plantas, incluindo nível de desidratação e lesão (poda), com base apenas nos sons emitidos. Esses sons informativos também podem ser detectados por outros organismos.

As emissões de plantas eram na faixa ultrassônica de ~20–100 kHz e podem ser detectadas a uma distância de 3–5 m por muitos mamíferos e insetos (dada sua sensibilidade auditiva, por exemplo, camundongos e mariposas).

As plantas próximas também podem responder aos sons emitidos pelas plantas. Já foi demonstrado que as plantas reagem aos sons e especificamente aumentam sua tolerância à seca em resposta aos sons.

“Quanto acontece ao nosso arredor e nem imaginamos. Quanto ignoramos das respostas que o nosso corpo e sexto sentido tentam incansavelmente avisar a gente. Quanto é ignorado no tratamento do lipedema os sinais que a gordura está enviando avisando que o corpo está inflamado. Temos ainda muito a aprender e literalmente escutar.” – Reflete o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

 

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

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O seu peso atual tem alguma relação com o seu ritmo circadiano e/ou funcionamento do seu intestino?

O relógio circadiano central nos núcleos supraquiasmáticos (SCN) do hipotálamo é conhecido por regular o sono e outras atividades rítmicas e modular os sinais humorais e neuronais que sincronizam os relógios circadianos periféricos para se adaptar às mudanças no ambiente. Além disso, vários órgãos têm relógios periféricos, essencialmente “clock genes” que regulam a atividade fisiológica por meio de genes controlados por relógio específicos de cada tecido.

Interrupções no relógio central devido a incompatibilidades internas e externas de horário, como o jet lag ou o trabalho noturno, causam dessincronização entre os vários relógios periféricos, o que altera o metabolismo geral.

Estudos encontraram correlações entre interrupções no ritmo circadiano e distúrbios metabólicos, como diabetes e obesidade. Além disso, também foram observadas associações entre interrupções circadianas e alterações na composição e ritmos do microbioma intestinal. No entanto, o papel da interrupção do relógio circadiano central e periférico e subsequentes desequilíbrios do microbioma intestinal em distúrbios metabólicos permanece obscuro.

“As pessoas se preocupam muito com a perda de peso mas é fundamental entender o motivo de alguém estar com o peso e quantidade de gordura que está incomodando. Se não mudarmos e compreendermos os fatores causais, essa pessoa nunca vai ficar bem. Ela pode emagrecer mas será insustentável no longo prazo. As pessoas têm de compreender que gordura não é igual à caloria e isso é ainda mais característico nas mulheres com lipedema. O ritmo circadiano influencia e muito no metabolismo e microbiota das pessoas sem ter nenhuma caloria.” – Comenta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Um recente estudo, os pesquisadores determinaram a expressão dos “clock genes” em vários tecidos gastrointestinais usando reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real (qRT-PCR) em diferentes modelos de camundongos.

Os resultados relataram dessincronização dos relógios circadianos periféricos nos tecidos gastrointestinais e arritmia do microbioma a partir de modelos de interrupção circadiana genética e ambiental. As alternâncias foram observadas especialmente em táxons microbianos envolvidos no metabolismo de lipídios e açúcares e na fermentação de ácidos graxos de cadeia curta.

A arritmia do microbioma foi associada à adiposidade, interrupção da homeostase da glicose e ganho de peso, nos camundongos que foram alterados geneticamente para não ter ritmo circadiano. Da mesma forma, os camundongos expostos à luz externa para quebrar o ritmo circadiano exibiram um aumento no peso corporal e nos níveis de glicose plasmática associados à interrupção dos padrões de oscilação do microbioma.

“ Quando eles transplantavam a flora intestinal dos camundongos com quebra do ritmo circadiano para camundongos sem flora intestinal. Os camundongos começavam a ganhar peso e alterar os “clock genes” periféricos!”

No geral, os resultados sugeriram que a interrupção genética ou ambiental dos relógios circadianos centrais e a subsequente assincronização do relógio gastrointestinal periférico estão fortemente associadas à arritmia do microbioma intestinal e às alterações funcionais, resultando em anormalidades metabólicas.

O estudo destaca o papel dos estilos de vida que interrompem o ritmo circadiano no desenvolvimento de distúrbios metabólicos, como obesidade e diabetes, e enfatiza a importância dos ritmos do microbioma na saúde metabólica.

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Junho é o mês da conscientização do Lipedema

Mas será que temos informação de qualidade?

O lipedema é uma doença com alta prevalência na população. No Brasil, 12,7% das mulheres têm lipedema e a maioria não sabe. Infelizmente a falta de informação atinge também os profissionais da saúde que não entendem ou nunca ouviram falar na palavra lipedema.

Em novembro de 2020 foi adicionado no CID 11 o lipedema (lipoedema) sobe o código EF02.2. Na época o cid 11 não era oficial pela organização mundial da saúde e entrou em vigor em 2022. No Brasil ainda está em vigor o CID 10.

Como o aumento da divulgação teve também um aumento exponencial de informações incorretas sobre o lipedema.

Infelizmente, muita informação incorreta está sendo divulgada nas mídias sociais, com diversas parcerias financeiras não divulgadas, piorando ainda mais a qualidade de vida dessas pessoas.

Mulheres com lipedema tem uma dificuldade grande de entender que o lipedema é uma inflamação crônica de baixo grau e que a gordura apenas representa o que está acontecendo com o corpo.

“Infelizmente a nossa sociedade ainda tem uma visão muito negativa da gordura, isso chama viés cognitivo. A gordura do lipedema tem uma função metabólico e protetora muito grande. Ela também está associada a fertilidade. Aspirar a gordura é um estímulo para acúmulo de gordura visceral que é uma gordura extremamente nociva para a pessoa. A dor melhora mas o metabolismo piora. Entender o lipedema e focar na pessoa e não na gordura é fundamental Por isso precisamos divulgar informação de qualidade.” – Adverte o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Um recente estudo avaliou no YouTube e informações sobre o lipedema. 

O objetivo deste estudo foi investigar as propriedades, qualidade e quantidade de vídeos do YouTube sobre lipedema.

Eles exploraram o YouTube usando a palavra-chave lipedema e os primeiros 50 vídeos iniciais foram incluídos para revisão. As propriedades compreendendo informantes, alvo e domínios de vídeos abrangendo número de visualizações, curtidas, descurtidas, duração, taxa de visualização (TV) e índice de potência do vídeo (VPI) foram registradas.

Uma ferramenta DISCERN modificada e uma escala global de qualidade (GQS) foram usadas para avaliar a confiabilidade e a qualidade dos vídeos, respectivamente.

Resultados:

Os 50 melhores vídeos tiveram média de 35.805 visualizações, 282 curtidas, 12 deslikes e 30 comentários. O TV médio (96,4) e o VPI (63,8%) foram elevados. Os vídeos foram geralmente enviados por profissionais de saúde para pacientes/público e público-alvo e profissionais de saúde com a mesma proporção (50%).

A maioria dos conteúdos dos vídeos estava relacionada a informações gerais (68%) seguidas de tratamento cirúrgico (62%).

Apenas uma pequena proporção de seu conteúdo (22%) era sobre tratamento clínico.

 A confiabilidade e a qualidade dos vídeos foram intermediárias a baixas. 

As pontuações medianas do DISCERN e do GQS foram maiores nos vídeos carregados pelo grupo de profissionais de saúde em comparação com os não profissionais de saúde, mas o número de visualizações, VPI e VR foram semelhantes entre os grupos em relação à fonte.

Os vídeos do YouTube sobre lipedema são fornecidos principalmente por profissionais de saúde direcionados tanto ao público/pacientes quanto aos profissionais de saúde, mas o conteúdo é limitado e a qualidade e a confiabilidade deles foram de baixa a intermediária. Portanto, sugere-se que os especialistas em lipedema trabalhem juntos para criar conteúdo educacional on-line atualizado, de alta qualidade e acessível para atender às necessidades dos pacientes/público e dos profissionais de saúde. Além disso, mecanismos de controle e revisão cuidadosa por pares dos vídeos informados por profissionais não-saúde são necessários para evitar informações enganosas.

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Você quer saber uma excelente bebida pós treino?

Leite A2A2

Muitas pessoas gastam pequenas fortunas em bebidas isotônicas cheias de corantes acreditando que elas são as melhores opções pós-treino. No entanto, temos uma bebida excelente e barata para ser ingerida pós-treino: leite.

A atividade física gasta muita energia. Consumir alimentos ricos em proteínas, carboidratos e água dentro de duas horas após um treino moderado ou intenso pode ajudar o corpo a recuperar seus níveis de energia.

Beber leite depois de um treino não só cumpre o requisito de certa nutrição, mas também adiciona mais valor nutricional ao seu corpo.

O leite é considerado uma das bebidas mais saudáveis, pós-treino. Ajuda a recuperar todos os nutrientes e eletrólitos perdidos durante o treino.

De acordo com um estudo publicado em 2017, apenas 9 gramas de proteína do leite podem ser suficientes para estimular a síntese de proteínas nos músculos, auxiliando na recuperação após o exercício.

“A recuperação pós-exercício é um processo multifacetado que varia conforme a natureza do exercício, o tempo entre as sessões de exercício e os objetivos do praticante. Do ponto de vista nutricional, as principais considerações são: (1) otimização do turnover de proteína muscular; (2) ressíntese de glicogênio; (3) reidratação; (4) controle da dor muscular; (5) gestão adequada do balanço energético. O leite é aproximadamente isotônico (osmolaridade de 280-290 mosmol/kg), e a mistura de proteínas de alta qualidade, carboidratos, água e micronutrientes (particularmente sódio) o torna adequado como uma bebida de recuperação pós-exercício em muitos cenários de exercícios. Mas o ideal é o A2A2 desnatado.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Um estude de 2019 mostrou que a ingestão de leite pós-exercício tem o potencial de impactar beneficamente tanto a recuperação aguda quanto a adaptação crônica ao treinamento aeróbico e de resistência. O leite aumenta a síntese de proteína muscular pós-exercício e a reidratação, pode contribuir para a ressíntese de glicogênio pós-exercício e atenua a dor muscular/perdas de função pós-exercício. Para esses aspectos da recuperação, o leite é pelo menos comparável e muitas vezes supera a maioria das bebidas de recuperação disponíveis comercialmente, mas está disponível por uma fração do custo, tornando-o uma opção fácil e barata para facilitar a recuperação pós-exercício. A ingestão de leite pós-exercício também demonstrou atenuar a ingestão de energia subsequente e pode levar a mudanças mais favoráveis na composição corporal com o treinamento físico. Isso significa que aqueles que se exercitam para fins de controle de peso podem influenciar beneficamente a recuperação pós-exercício, mantendo o déficit de energia criado pelo exercício.

Em um estudo randomizado de 2010 compararam os efeitos da ingesta de leite desnatado e bebida isotônica após treino de resistência durante 3 meses.

O exercício pesado de resistência de corpo inteiro com o consumo de leite versus carboidrato no período pós-exercício inicial resultou em maior acréscimo de massa muscular, ganhos de força, perda de massa gorda e uma possível redução na remodelação óssea em mulheres após 12 semanas.

“Esses resultados destacam que o leite é uma bebida eficaz para apoiar mudanças favoráveis na composição corporal em mulheres com treinamento de resistência.” – Afirma.

Benefícios do Leite

Fonte de Carboidratos

O leite é uma ótima fonte de carboidratos. Um copo de leite tem 120g de hidratos de carbono e toda a perda de hidratos de carbono durante um treino é reposta por um copo de leite. A lactose é a principal fonte de carboidratos no leite. Se você não é intolerante à lactose, beba um copo de leite após o treino.

Recuperação muscular

O leite tem proteínas que ajudam na recuperação muscular. Dois tipos de proteínas estão disponíveis no leite – soro de leite e caseína. O soro de leite é digerido rapidamente, enquanto a caseína tende a demorar e digerir lentamente. Eventualmente, ambas as proteínas são quebradas em aminoácidos e entregues através do corpo através da absorção no sangue para reparar e recuperar os músculos.

Rico em Eletrólitos

Durante o treino, os eletrólitos são perdidos através da transpiração. O leite tem dois tipos de eletrólitos sódio (130mg) e potássio (40mg). Seu corpo desidrata durante o treino com o suor. Todos esses nutrientes e eletrólitos reidratam seu corpo, ainda mais do que água e qualquer outra bebida esportiva.

Rico em Vitamina D

O leite é fortificado por muitos países para aumentar seu valor nutricional. A vitamina D ajuda o corpo na absorção de cálcio e aumenta a densidade óssea. É bom consumir leite enriquecido com vitamina D durante os invernos ou em regiões frias para atender às necessidades de vitamina D do corpo. A vitamina D afeta o desempenho e a força.

Beber leite é benéfico após todos os tipos de exercícios?

O leite é benéfico após exercícios de resistência (levantamento de peso) e exercícios de resistência (corrida, ciclismo). Ambos os exercícios esgotam o corpo e seu corpo precisa se recuperar com nutrição suficiente.

O leite é considerado uma das melhores bebidas para consumir após o treino. A rica quantidade de proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais o torna um alimento saudável. Ao beber leite após o treino, você não está apenas obtendo os nutrientes necessários, mas recebendo valor nutricional adicional. Pode-se beber leite com chocolate para maximizar os benefícios do leite pós-treino.

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Teria algo para tomar diariamente que ajudaria na prevenção de demência?

O maior medo de qualquer pessoa ao envelhecer é demência. Hoje as pessoas têm mais medo de demência que de câncer.

O envelhecimento cognitivo é uma das principais preocupações de saúde mas pode haver uma maneira simples e barata de ajudar os idosos a retardar o declínio da memória.

Muitos idosos tomam vitaminas ou suplementos dietéticos sob a suposição de que ajudarão a manter a saúde geral. Mas os estudos que testaram se eles melhoram a memória e a função cerebral foram mistos, e muito poucos estudos randomizados em larga escala foram feitos.

Um recente estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Columbia e Harvard com mais de 3.500 adultos com mais de 60 anos foram designados aleatoriamente para tomar um suplemento multivitamínico diário ou placebo por três anos. No final de cada ano, os participantes realizaram uma série de avaliações cognitivas online em casa (ModRey test), projetadas para testar a função de memória do hipocampo, uma área do cérebro afetada pelo envelhecimento normal. O estudo COSMOS-Web faz parte de um grande ensaio clínico liderado pelo Brigham & Women’s Hospital e Harvard chamado COcoa Supplement and Multivitamin Outcomes Study (COSMOS).

“No final do primeiro ano, a memória melhorou para as pessoas que tomavam o multivitamínico diário, em comparação com aquelas que tomavam placebo. Os pesquisadores estimam que a melhora, que foi sustentada durante o período de estudo de três anos, foi equivalente a cerca de três anos de declínio da memória relacionada à idade. O efeito foi mais pronunciado em participantes com doença cardiovascular.” – Explicar o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

As medidas de resultados secundários incluíram alterações na memória episódica ao longo de 3 anos de acompanhamento e alterações no desempenho em tarefas neuropsicológicas de reconhecimento de novos objetos e funções executivas ao longo de 3 anos. Mas não houve diferença entre os grupos após 3 anos de estudo.

Os resultados do novo estudo são consistentes com outro estudo COSMOS recente com mais de 2.200 adultos mais velhos, que descobriu que tomar um multivitamínico diário melhorou a cognição geral, a recuperação da memória e a atenção, efeitos que também foram mais pronunciados naqueles com doença cardiovascular subjacente.

“Há evidências de que pessoas com doenças cardiovasculares podem ter níveis mais baixos de micronutrientes que os multivitamínicos podem corrigir, mas não sabemos agora por que o efeito é mais forte nesse grupo”. – Informa.

Embora os pesquisadores não tenham investigado se algum componente específico do suplemento multivitamínico estava ligado à melhora da memória, as descobertas apoiam evidências crescentes de que a nutrição é importante para otimizar a saúde do cérebro à medida que envelhecemos.

A suplementação de qualquer tipo não deve substituir a ingesta de alimentos com os mesmos micronutrientes. Embora os multivitamínicos sejam geralmente seguros, as pessoas devem sempre consultar um médico antes de tomá-los.

O estudo foi financiado por doações da Mars Edge, um segmento da Mars Inc., e do National Institutes of Health e o suplemento foi cedido pela Pfeizer.

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Creatina. Será que vale a pena suplementar? E se for por mais de uma ano?

A creatina é uma substância encontrada naturalmente nas células musculares. Ajuda os músculos a produzir energia durante levantamentos pesados ou exercícios de alta intensidade.

Tomar creatina como suplemento é muito popular entre atletas e fisiculturistas. Eles o usam para ganhar músculos, aumentar a força e melhorar o desempenho do exercício. A creatina é o suplemento mais estudado para o ganho de massa muscular.

As características da creatina variam entre homens e mulheres, com as mulheres exibindo reservas endógenas de creatina 70-80% menores em comparação com os homens. Por isso, hoje discute-se muito a reposição de creatina em mulheres principalmente após a menopausa.

Um recente estudo canadense avaliou os efeitos de 2 anos de suplementação de creatina mono-hidratada e exercícios na saúde óssea em mulheres na pós-menopausa.

Eles avaliaram 237 mulheres na pós-menopausa (idade média de 59 anos) que foram randomizadas para receber creatina (0,14 g/kg/dia) ou placebo durante um programa de treinamento de resistência durante 3 dias por semana e caminhada6 dias por semana por 2 anos. O desfecho primário foi a densidade mineral óssea (DMO) do colo do fêmur, da coluna lombar e propriedades geométricas do fêmur proximal como desfechos secundários.

Os dois grupos receberam maltodextrina na dose de 0,14/kg/dia.

“Nos dias em que os participantes realizaram treinamento de resistência, metade do suplemento foi consumida após (~ cinco minutos) o exercício sob a supervisão do assistente de pesquisa e a outra metade foi consumida com uma refeição. Nos dias de descanso, quando os participantes não visitavam a instalação de treinamento de resistência, eles consumiam um terço do suplemento em cada refeição. A dose é mais alta do que a recomendada atualmente. Todas as participantes receberam um suplemento de 500 mg de cálcio e 10 μg (400 UI) de vitamina D por dia.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Exercícios de resistência e caminhada rápida foram realizados em laboratório e supervisionados 3 dias por semana. Foram realizados 3 dias adicionais de caminhada rápida não supervisionada fora do laboratório.

Os exercícios realizados durante o treinamento de resistência incluíram agachamento hack, abdução do quadril, adução, flexão e extensão usando uma máquina multi-quadril, supino, puxada para baixo, supino inclinado, flexão dos isquiotibiais, extensão do quadríceps (joelho), rosca bíceps, extensão do tríceps (pressões) e extensão das costas.

O programa de caminhada envolveu 20-30 minutos de caminhada rápida por sessão em uma intensidade correspondente a 70% da frequência cardíaca máxima prevista para a idade (220 – idade). Essa duração foi escolhida para garantir aproximadamente 150 minutos por semana de exercícios moderados a vigorosos

Comparado ao placebo, a suplementação de creatina não teve efeito na DMO do colo do fêmur, quadril ou coluna lombar.

“Nos dois grupos teve um número significativo de quedas com 4 fraturas em cada grupo mas sem relação com a atividade física. As pessoas ainda subestimam muito as fraturas em mulheres e homens com mais de 50 anos.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

A creatina manteve significativamente o módulo de seção, preditivo da resistência à flexão óssea e a taxa de flambagem, preditiva da flexão cortical reduzida sob cargas compressivas, na parte estreita do colo do fêmur. A creatina reduziu o tempo de caminhada acima de 80 metros, mas não teve efeito na força muscular durante o supino e o agachamento. Na sub análise de participantes, a creatina aumentou a massa de tecido magro em comparação com o placebo.

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Muito mais que o efeito estético, exercitar as pernas protege o seu cérebro!

Muitos estudos mostraram um efeito protetor da atividade física no envelhecimento cognitivo e prevenção de demência. Mas será que tem alguma musculatura do corpo que seria mais diretamente ligada ao cérebro?

Vale a pena valorizar e treinar as suas pernas.

Muito mais que o efeito estético, exercitar as pernas protege o seu cérebro!

As mulheres mais velhas com pernas fortes apresentam um menor envelhecimento do cérebro, segundo um estudo de uma década com mais de 300 gêmeas.

A equipe do King’s College London evidenciou que a força nas pernas é um marcador útil para saber se alguém está fazendo exercícios suficientes para ajudar a manter a mente em boa forma.

O exercício libera substâncias químicas no corpo que podem impulsionar cérebros idosos.

Os pesquisadores acompanharam a saúde de mais de 150 pares de irmãs gêmeas com idade entre 43 e 73 anos no início do estudo.

A força da perna foi medida (no início do estudo) usando um equipamento de ginástica modificado que media tanto a velocidade quanto a força da extensão da perna, enquanto a capacidade cognitiva foi medida (tanto no início quanto no final do estudo) usando tarefas computadorizadas de memória e habilidades de processamento mental.

A gêmea que tinha mais força nas pernas no início do estudo manteve sua cognição melhor e teve menos alterações cerebrais associadas ao envelhecimento medido após 10 anos. E a descoberta permaneceu quando outros fatores de risco de estilo de vida e saúde conhecidos para demência foram incluídos.

“Quando se trata de envelhecimento cognitivo, a força das pernas foi o fator mais forte que teve impacto nesse estudo. Outros fatores, como a saúde do coração, também foram importantes, mas a ligação com a força das pernas permaneceu mesmo após contabilizados outros fatores de estilo de vida.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Essa descoberta foi uma das primeiras num mundo de evidência crescente de que a atividade física pode ajudar a cuidar do cérebro e do corpo.

Ainda não entendemos completamente como funciona esse relacionamento e como podemos maximizar o benefício e se as melhorias nos testes de memória estão realmente associados a um risco menor de demência.

Manter-se ativa pode ajudar a reduzir o risco de demência, e é importante considerar o treinamento de força, bem como o exercício aeróbico.

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Hoje é muito difícil encontrar uma mulher que não utiliza ou não utilizou anticoncepcionais.

O uso de anticoncepcionais mudou a realidade das mulheres nos últimos anos e muitos médicos e pacientes sempre se sentiram confortáveis com a sua utilização sem receio de efeitos colaterais.

No entanto, o uso crônico de qualquer medicação, ainda mais hormônios pode causar efeitos colaterais indesejados e aumentar riscos de outras doenças.

O uso de contraceptivos orais combinados, contendo estrogênio e progestagênio, foi previamente associado a um pequeno aumento no risco de câncer de mama, mas há dados limitados sobre o efeito dos contraceptivos hormonais apenas com progestagênio. No entanto, o uso de contraceptivos só de progestagênio aumentou substancialmente nos últimos anos, com quase tantas prescrições de contraceptivos orais só de progestágeno quanto de anticoncepcionais orais combinados em 2020.

Em um recente estudo da Universidade de Oxford na Inglaterra, os pesquisadores analisaram dados de um banco de dados de cuidados primários do Reino Unido analisando 9.498 mulheres com menos de 50 anos com câncer de mama invasivo diagnosticado entre 1996-2017, e compararam com os dados de outras 18.171 mulheres como controle.

Com cinco anos de uso de contraceptivos orais combinados ou apenas de progestágeno, a incidência de câncer de mama em 15 anos foi estimada em 8 casos por 100.000 usuárias de contraceptivos hormonais na idade de 16 a 20 anos e 265 casos por 100.000 usuárias aos 35 a 39 anos. As chances de câncer de mama foram aumentadas de forma semelhante e significativa, independentemente de o contraceptivo usado ser uma preparação oral combinada (estrogênio e progestágeno) (OR = 1,23 IC 95% 1,14-1,32, p < 0,001), uma preparação oral apenas de progestágeno ( OR= 1,26 95% CI 1,16-1,37, p<0,001), um progestágeno injetado (OR= 1,25 95% CI 1,07-1,45, p=0,004) ou um dispositivo intra-uterino liberador de progestágeno (OR=1,32 95% CI 1,17 -1,49, p<0,001). Esses resultados foram combinados com os de estudos anteriores de países de alta renda, que incluíram mulheres de uma faixa etária mais ampla.

“Há um aumento relativo de 20% a 30% no risco de câncer de mama associado aos contraceptivos combinados e somente de progesterona, qualquer que seja a via de administração. O risco é maior em mulheres de 35 a 39 anos de idade embora a incidência em 15 anos seja de no máximo 265 casos por 100.000 usuários. Eu particularmente não recomendo o uso de anticoncepcionais depois dos 30 anos de idade. Logicamente existem exceções e devemos individualizar.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Dado que o risco subjacente de câncer de mama aumenta com o avanço da idade, o risco excessivo absoluto associado ao uso de qualquer tipo de contraceptivo oral será menor em mulheres que o usam em idades mais jovens do que em idades mais avançadas. Os riscos devem ser vistos no contexto dos benefícios bem estabelecidos do uso de anticoncepcionais nos anos reprodutivos das mulheres.

OBS:

Foi considerada a possibilidade de que os cânceres de mama possam ser diagnosticados seletivamente entre mulheres que procuram regularmente prescrições de seus médicos. Pode-se esperar que qualquer detecção seletiva seja maior para preparações orais que requerem prescrições mais frequentes do que para preparações de ação prolongada (como DIUs), mas essas diferenças não foram encontradas.

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Os melhores suplementos para cabelo!

De acordo com estudos, o cabelo cresce naturalmente a uma taxa de 0,35 milímetros por dia, o que equivale a cerca de 1cm por mês para um total de 12cm por ano. Quanto mais curto for o seu cabelo, mais rápido seu cabelo parecerá crescer, mesmo que a taxa não tenha mudado. Da mesma forma, o cabelo já comprido pode parecer parado, quando na verdade está crescendo constantemente.

Também é importante saber que você nasceu com todos os folículos pilosos que terá – entre 80.000 e 120.000 – o que significa que não pode criar mais folículos pilosos (ou mais fios de cabelo) do que com os quais nasceu, mesmo que um produto afirma dar a você cabelos mais cheios e grossos. Dito isto, em certos casos, você pode potencialmente estimular seus folículos pilosos para ajudar no crescimento, afinal todo mundo quer ter cabelo bonito!

O Brasil é o segundo país no mundo que mais gasta dinheiro em produtos para cabelos.

Da coloração e danos causados pelo calor ao envelhecimento e problemas de saúde, há uma série de razões pelas quais você pode querer aumentar o crescimento e qualidade do seu cabelo.

Uma alimentação bem equilibrada e manejo do estresse são o primeiro passo para cabelos bonitos e saudáveis. No entanto, você pode precisar de ajuda extra para ficar com cabelos brilhantes.

Vitaminas e suplementos podem ajudar a melhorar a saúde dos seus cabelos.

Quando pensamos em suplementação devemos focar principalmente:

1. Vitaminas do complexo B

Tanto as vitaminas B quanto o zinco desempenham um papel na saúde do folículo piloso, com as vitaminas B ajudando na criação de glóbulos vermelhos.

A biotina é a principal vitamina do complexo B para o crescimento do cabelo.

As vitaminas do complexo B são hidrossolúveis por isso, se você não tem problemas renais, não precisa se preocupar com suplementação. E como é uma vitamina solúvel em água, qualquer excesso deixará seu corpo pela urina.

Você também pode obter biotina de sua dieta comendo alimentos como gema de ovo, grãos integrais, peixe, sementes, nozes, batata-doce, brócolis, couve-flor e carne.

Você pode encontrar vitaminas B em alimentos como frutos-do-mar, grãos integrais e folhas verdes escuras. Quanto ao zinco, o mineral está presente em alimentos como carne bovina, lentilhas, ostras e espinafre.

2. Vitamina A

O cabelo é o tecido que cresce mais rápido no seu corpo e a vitamina A é essencial para o crescimento das células, o que, por sua vez, ajuda o cabelo a crescer.

As glândulas da pele também se beneficiam da vitamina A, usando-a para produzir sebo. O sebo mantém o couro cabeludo hidratado e mantém o cabelo saudável.

Mas não exagere com a vitamina A, pois em excesso pode causar queda de cabelo. A dose diária recomendada de vitamina A é de 700 microgramas para mulheres e 900 microgramas para homens.

Você também pode encontrar vitamina A naturalmente em alimentos como leite, ovos, iogurte, batata-doce, cenoura, espinafre, abóbora e couve.

3. Vitamina D

A vitamina D, vitamina e hormônio, desempenha importante papel na dermatologia e na dermatoterapia, devido às suas propriedades anti-inflamatórias, imunomoduladoras e reguladoras da diferenciação e proliferação dos queratinócitos.

A vitamina D está intrinsecamente envolvida em várias vias de sinalização de crescimento e diferenciação dos folículos pilosos. A maioria dos estudos mostra uma relação inversa entre os níveis séricos de vitamina D e alopecias não cicatriciais, como eflúvio telógeno, alopecia androgenética, alopecia areata e tricotilomania. A deficiência de vitamina D também está associada à alopecia cicatricial.

A dose recomendada para cabelos saudáveis é de no mínimo 2.000UI por dia. Se você comer peixes gordurosos, cogumelos e sucos fortificados, leite e cereais, obterá uma dose natural de vitamina D.

4. Vitamina C

Todo mundo associa a vitamina c com sistema imunológico e pele. Mas quando se trata de seu cabelo, ela ajuda a combater os radicais livres, que podem envelhecer seu cabelo e bloquear qualquer crescimento.

E a vitamina C é vital na criação de colágeno. A proteína é usada para produzir queratina, a principal proteína do seu cabelo.

Se você comer frutas cítricas, morangos, pimentões por exemplo, obterá uma dose natural de vitamina C.

5. Ferro

O ferro é usado pelos glóbulos vermelhos para transportar oxigênio. Mas o ferro também é importante para o crescimento e a saúde do cabelo.

A falta de ferro também leva à anemia, que pode causar queda de cabelo.

“Os níveis de ferro baixo são a principal causa de queda de cabelo nas mulheres com lipedema. Muitas pessoas tomam diversas vitaminas, mas apresentam níveis baixos de ferro e o cabelo não para de cair enquanto não chegar oxigênio suficiente no folículo piloso.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Se você come carne vermelha menos de duas ou três vezes por semana, considere um suplemento de ferro.

Alimentos que contêm ferro incluem carne vermelha, folhas verdes escuras e legumes como lentilhas, tofu e feijão.

6. Ácidos graxos ômega-3

O ômega-3 existe naturalmente em alimentos como peixe e linhaça, mas você também pode encontrá-lo em suplementos como óleo de peixe.

É fundamental para a saúde das células e acredita-se que torne o couro cabeludo e o cabelo mais saudáveis.

7. Proteína

Uma dieta equilibrada é um fator importante para a saúde do cabelo e do couro cabeludo. O cabelo é composto principalmente de proteína, portanto, coma pelo menos 45 gramas de proteína diariamente. Boas fontes incluem:

  • Carne magra;
  • Aves;
  • Peixe;
  • Feijões;
  • Laticínios com baixo teor de gordura;
  • Ovos.

Dietas com proteína inadequada podem resultar em cabelos fracos e quebradiços e perda de cor do cabelo, bem como perda do próprio cabelo.

As pessoas que perdem cabelo há apenas dois ou três anos têm maior probabilidade de ver resultados visíveis do que aquelas que o perdem há 10 ou 20 anos.

Você pode restaurar seu cabelo ao que era há cinco anos, mas não muito além disso. Esses são os folículos pilosos que podem ser despertados com suplementação nutricional e tratamentos médicos. Os cabelos que ficaram muito finos não conseguem mais penetrar e sair da superfície do couro cabeludo. Você tem que ser razoável com suas expectativas.

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Você substituiria atividade física por uma medicação?

Todo mundo quer ser fitness. No entanto a maioria das pessoas associa atividade física a uma aparência de corpo mais bonita. Infelizmente, a maioria que inicia atividade física pensando em corpo bonito desiste em menos de 3 meses.

Você sabia que o exercício físico ajuda a manter seus músculos e ossos?

Pessoas que não conseguem praticar atividade física apresentam enfraquecimento dos músculos e ossos, uma condição conhecida como fragilidade locomotora.

A inatividade física pode resultar no enfraquecimento dos músculos (conhecido como sarcopenia) e dos ossos (conhecido como osteoporose). O exercício dissipa essa fragilidade, aumentando a força muscular e promovendo a formação óssea enquanto suprime a reabsorção óssea. No entanto, a terapia de exercícios não pode ser aplicada a todas as pessoas. A terapia medicamentosa pode ser útil no tratamento da sarcopenia e da osteoporose, especialmente quando os pacientes têm doença cerebrovascular, demência ou quando já estão acamados. No entanto, não existe um único fármaco que aborde ambos os tecidos simultaneamente.

Em um recente estudo pesquisadores japoneses desenvolveram um novo sistema de triagem de drogas para identificar um composto que imita as mudanças nos músculos e ossos que ocorrem como resultado do exercício. Usando o sistema de triagem, os pesquisadores identificaram o derivado aminoindazol locamidazole (LAMZ). O LAMZ foi capaz de estimular o crescimento de células musculares e células formadoras de osso, osteoblastos, enquanto suprimia o crescimento de células de reabsorção óssea, osteoclastos.

“Quando o locamidazole foi administrado oralmente apresentou uma boa absorção sem efeitos colaterais evidentes. Os camundongos tratados com locamidazole exibiram maior largura de fibra muscular, maior força muscular máxima, maior taxa de formação óssea e menor atividade de reabsorção óssea. Esses efeitos são muito animadores para tratar pessoas idosas com pouca massa muscular e mulheres com osteoporose na menopausa. O aumento da massa muscular ajuda na independência e diminuiu o risco de quedas e déficit cognitivo.”- Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico com foco no tratamento de lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

A equipe de pesquisa abordou ainda mais o modo de ação da LAMZ e descobriu que a LAMZ imita as vias de sinalização de cálcio e PGC-1α. Essas vias são ativadas durante o exercício e estimulam a expressão de moléculas que estão envolvidas na manutenção de músculos e ossos.

A administração oral e subcutânea da droga apresentaram resultados significativos.

Provavelmente em um futuro próximo iremos ver esta medicação ser utilizada em seres humanos.

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