A demência é uma síndrome caracterizada pelo declínio das funções cognitivas, emocionais e sociais. As intervenções farmacológicas disponíveis têm efeitos limitados sobre esses sintomas. No entanto, a receptividade à música pode persistir até os estágios avançados da doença, tornando as terapias baseadas em música uma alternativa promissora para o tratamento.
Um recente estudo revisa 30 ensaios clínicos randomizados (n=1.720 participantes), avaliando os efeitos da terapia musical em pessoas com demência.
Avaliar se as intervenções baseadas em música influenciam: Bem-estar emocional e qualidade de vida Sintomas depressivos e ansiedade Problemas comportamentais (agitação e agressividade) Interação social Cognição (memória e pensamento) Efeitos a longo prazo
Métodos
Foram analisados 30 estudos em 15 países. 28 estudos com 1.366 participantes contribuíram para meta-análises. Estudos incluíram participantes com diferentes graus de demência, a maioria vivendo em instituições de longa permanência. Terapia individual e em grupo foram analisadas.
Critérios de inclusão: Estudos randomizados controlados Intervenções com pelo menos 5 sessões Comparação com cuidados habituais ou outras atividades
Principais Resultados
Comparação entre Terapia Musical x Cuidados Habitualmente Oferecidos
Melhora moderada nos sintomas depressivos (Evidência de certeza moderada) Possível melhora nos problemas comportamentais (Evidência de baixa certeza) Nenhuma melhora significativa na agitação/agressão (Evidência de certeza moderada) Nenhum efeito significativo em bem-estar emocional, ansiedade, cognição ou comportamento social (Evidência de baixa certeza) Não houve efeitos prolongados após o término da intervenção
“ A música é uma linguagem universal que toca a alma e pode transformar a experiência de vida de quem enfrenta a demência. Vamos utilizar esse recurso para trazer mais alegria e conexão ao cotidiano dessas pessoas!” – Recomenda
Considerações Finais
A terapia musical pode ser útil como tratamento complementar para pessoas com demência, mas seus benefícios parecem transitórios. O efeito mais consistente foi na redução da depressão, sem impacto claro em cognição ou bem-estar emocional a longo prazo. Mais estudos são necessários para entender como a música pode ser aplicada de maneira mais eficaz no cuidado de pessoas com demência.
Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.
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1. Estrogênio é o Verdadeiro Vilão? A Nova Perspectiva sobre o Risco de Câncer de Mama
Estudos recentes sugerem que as progestinas sintéticas podem ser os principais responsáveis pelo risco aumentado de câncer de mama, e não os estrogênios diretamente.
O papel dos estrogênios no câncer de mama pode ser indireto, amplificando os sinais da progesterona por meio da indução do receptor de progesterona.
Estudos com terapia hormonal combinada (estrogênio + progestina) demonstram um aumento no risco de câncer de mama entre mulheres pós-menopáusicas, enquanto a terapia com estrogênio isolado apresenta pouco impacto ou até benefícios na redução do risco.
A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) apenas com estrogênio pode ser segura e benéfica para mulheres pós-menopáusicas, especialmente para sobreviventes de câncer de mama e mulheres com mutação BRCA1/2 que realizaram ooforectomia (remoção dos ovários).
2. O Papel da Progesterona e dos Progestágenos Sintéticos no Câncer de Mama
O que mostram os estudos?
Anticoncepcionais hormonais combinados (estrogênio + progestina) estão associados a um pequeno aumento no risco de câncer de mama, mas o principal fator parece ser a progestina, e não o estrogênio.
Estudos com grandes populações indicam que os progestágenos são os principais agentes hormonais associados ao aumento do risco.
Terapias com apenas estrogênio foram associadas a menos casos de câncer de mama e até mesmo redução do risco.
O bloqueio do receptor de progesterona pode ser um mecanismo-chave na prevenção e tratamento do câncer de mama, sugerindo que a progesterona pode ser mais relevante do que o estrogênio na carcinogênese mamária.
Conclusão: Progestinas sintéticas parecem desempenhar um papel muito mais significativo no risco do câncer de mama do que os estrogênios.
3. Estrogênios e Tratamentos de Fertilidade (IVF/ART)
Aumento transitório dos níveis de estrogênio em mulheres submetidas à fertilização in vitro (IVF) não parece aumentar o risco de câncer de mama.
Estudos indicam que, mesmo com níveis elevados de estrogênio durante tratamentos de reprodução assistida, o risco de câncer de mama não se altera significativamente e pode até ser reduzido.
Além disso, mulheres que passaram por estimulação ovariana para congelamento de óvulos apresentaram uma redução no risco de recorrência e mortalidade por câncer de mama.
Conclusão: O estrogênio isolado, mesmo em níveis elevados induzidos por tratamentos de fertilidade, não parece ser um fator determinante para o desenvolvimento ou progressão do câncer de mama.
4. Reposição Hormonal (TRH) e Câncer de Mama em Mulheres Pós-Menopáusicas
O que dizem os estudos?
Estrogênio isolado (sem progestina): Não há aumento do risco e pode até reduzir a incidência de câncer de mama.
Estrogênio + Progestina: Aumenta o risco de câncer de mama em mulheres pós-menopáusicas.
Estrogênio para mulheres com BRCA1/2 pós-ooforectomia: Pode ser seguro e até protetor contra câncer de mama.
Conclusão: Mulheres que necessitam de terapia de reposição hormonal podem considerar estrogênio isolado como uma opção mais segura, evitando o uso de progestinas.
“As pessoas aprenderam a demonizar o estrogênio e isso acontece muito nas mulheres com lipedema que recebem muitas informações sem fundamento na internet. O hormônio mais sagrado e benéfico para as mulheres é o estradiol .O estradiol nunca é o vilão e sempre devemos identificar o motivo do aumento do estradiol e não sair bloqueando ele como alguns têm defendido. O corpo aumenta o estradiol para tentar defender ele. Se o corpo estiver bem, o estradiol sempre ficará em equilíbrio. Simples assim.” – Enfatiza o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
5. Progesterona: O Fator Oculto no Risco de Câncer de Mama
A progesterona tem um forte papel na proliferação das células mamárias, especialmente em combinação com estrogênio.
Estudos com modelos animais e humanos mostram que bloquear a sinalização da progesterona pode reduzir o crescimento tumoral.
Mulheres que usam apenas estrogênio na TRH apresentam menor incidência de câncer de mama do que aquelas que usam estrogênio + progestina.
Conclusão:A inibição da progesterona pode ser um alvo terapêutico eficaz no tratamento e prevenção do câncer de mama.
6. Considerações Finais
O que aprendemos com esse estudo?
O risco de câncer de mama pode estar mais relacionado aos progestágenos do que ao estrogênio. O estrogênio isolado pode ser uma opção segura na TRH, especialmente para mulheres pós-menopáusicas. A terapia combinada com progestinas aumenta o risco de câncer de mama. Mulheres com mutação BRCA1/2 podem se beneficiar do uso de estrogênio após ooforectomia. Bloquear a progesterona pode ser um mecanismo-chave para a prevenção e o tratamento do câncer de mama.
Perspectivas futuras: Mais pesquisas são necessárias para compreender melhor os impactos hormonais e desenvolver terapias mais seguras e eficazes.
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Vivemos buscando grandes mudanças, mas a verdadeira transformação acontece nos pequenos hábitos diários. O que você faz todos os dias constrói a sua saúde, sua mente e sua felicidade. Aqui estão algumas práticas simples que podem mudar sua vida para melhor:
Beba água filtrada – Seu corpo é 70% água. A qualidade da água que você bebe reflete na sua energia e vitalidade. Evite água com impurezas e prefira sempre água limpa e pura.
Ame para ser amado – O que você emana, você recebe. Cultivar amor e gentileza ao seu redor fortalece seus relacionamentos e traz mais alegria para sua vida.
Exposição diária ao sol – A luz solar regula seu relógio biológico, melhora o humor e é essencial para a produção de vitamina D, fortalecendo sua imunidade e ossos.
Cumprimente sua família com entusiasmo – A forma como começamos o dia e interagimos com quem amamos define a energia do nosso lar. Um simples “bom dia” caloroso faz toda a diferença!
Leia filosofias e textos antigos – O conhecimento dos sábios do passado ainda pode transformar sua visão de mundo. Leia, reflita e aplique!
Mantenha seu telefone fora do quarto – Dormir com o celular por perto afeta seu sono e sua concentração. Desconectar à noite ajuda seu cérebro a relaxar e recuperar a energia.
Evite óleos vegetais refinados – Muitos óleos industriais são inflamatórios. Prefira gorduras saudáveis, como azeite de oliva, óleo de coco e manteiga de qualidade.
Ande descalço sempre que puder – O contato com a terra descarrega tensões e melhora sua conexão com a natureza.
Passe tempo com animais e crianças – Eles vivem o presente e nos ensinam a simplicidade e o amor incondicional.
Caminhe e observe a natureza – Respirar ar puro, ouvir os sons naturais e desacelerar a mente são verdadeiros remédios para o corpo e a alma.
O poder está no que você faz todos os dias! Escolha hábitos que nutrem seu corpo e sua mente.
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O fenofibrato é um fármaco tradicionalmente utilizado para tratar dislipidemias, pois ativa os receptores PPAR-α (Peroxisome Proliferator-Activated Receptor Alpha), reduzindo os níveis de triglicerídeos e aumentando o HDL (colesterol “bom”). No entanto, estudos recentes sugerem que o fenofibrato pode ter um papel relevante na modulação da progressão de doenças oncológicas, incluindo displasia cervical e câncer de colo do útero.
Fenofibrato e Ativação da p53
A proteína p53 é um dos principais supressores tumorais do corpo humano. Ela age como um “guardião do genoma”, impedindo que células danificadas ou com mutações perigosas proliferem sem controle. A ativação da p53 pode levar à parada do ciclo celular, reparo de DNA ou apoptose (morte celular programada), prevenindo o desenvolvimento do câncer.
Em estudos sobre câncer de colo do útero, que frequentemente está associado ao papilomavírus humano (HPV), observou-se que algumas variantes do HPV (como o HPV 16 e 18) produzem proteínas virais (E6 e E7) que inativam a p53, permitindo que células infectadas continuem se multiplicando, o que pode levar à carcinogênese.
Fenofibrato tem demonstrado potencial para reativar a p53, restaurando sua função de controle celular e induzindo apoptose em células cancerígenas. Isso sugere que esse fármaco pode ser um potencial adjuvante no tratamento da displasia cervical e do câncer de colo do útero, principalmente quando há inativação da p53 pelo HPV.
Fenofibrato e COVID-19: A Ligação com a p53
Durante a pandemia de COVID-19, cientistas começaram a explorar fenofibrato como um potencial tratamento para reduzir os efeitos do SARS-CoV-2. O mecanismo proposto incluía:
Redução da Inflamação Sistêmica: O fenofibrato diminui a resposta inflamatória excessiva causada pela infecção viral, reduzindo o risco de tempestade de citocinas, um fator crítico na gravidade da COVID-19.
Alteração do Metabolismo Lipídico Viral: O SARS-CoV-2 utiliza lipídios das células humanas para se replicar. O fenofibrato, ao modificar o metabolismo lipídico, pode dificultar a replicação viral.
COVID-19 e Inibição da p53
Há evidências crescentes de que alguns vírus podem manipular a via da p53 para favorecer sua replicação e evitar a destruição das células infectadas.
O SARS-CoV-2 pode potencialmente inibir a função da p53, prejudicando a resposta imunológica e permitindo que o vírus se replique mais facilmente. Essa inibição pode aumentar o risco de lesões celulares irreparáveis, desregulação do ciclo celular e até mesmo predisposição a mutações oncogênicas em longo prazo.
Nesse contexto, o fenofibrato poderia atuar protegendo a função da p53, reduzindo os danos celulares e fortalecendo a resposta imunológica contra o SARS-CoV-2.
Conclusão
No câncer de colo do útero e displasia cervical, o fenofibrato pode atuar ajudando a reativar a p53, reduzindo a proliferação celular descontrolada causada pelo HPV. Na COVID-19, ele pode reduzir a inflamação e impedir que o SARS-CoV-2 iniba a p53, fortalecendo a resposta celular contra o vírus. Esses achados abrem caminhos para novas aplicações terapêuticas do fenofibrato, mas ainda são necessárias mais pesquisas clínicas para confirmar sua eficácia nesses cenários.
Se os estudos confirmarem esses benefícios, o fenofibrato pode se tornar um adjuvante importante na oncologia e nas infecções virais, além de sua tradicional função no controle do colesterol.
Diferença entre Gordura Branca (WAT) e Gordura Marrom (BAT)
Gordura Branca (WAT): Armazena energia em forma de triglicerídeos. Acúmulo excessivo está relacionado a obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Gordura Marrom (BAT): Contém mitocôndrias que geram calor através da proteína UCP1. Regula a temperatura corporal, especialmente em recém-nascidos. Em adultos, encontra-se em áreas como pescoço, ombros e região para-aórtica.
Gordura Marrom e Longevidade
O estudo sugere que BAT protege contra obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e Alzheimer.
Ativação da BAT pode melhorar o metabolismo e aumentar a expectativa de vida.
Em modelos animais, camundongos com maior atividade de BAT apresentam envelhecimento mais saudável e maior resistência a doenças relacionadas à idade.
Exercício e BAT
O exercício pode estimular a ativação da BAT, aumentando a expressão de UCP1 e genes mitocondriais.
Treinos aeróbicos de longa duração mostraram melhoria na termogênese da BAT e aumento da queima de gordura.
O estudo também menciona que a transplantação de BAT pode melhorar a resistência ao exercício, sugerindo um potencial terapêutico.
Conclusão
A gordura marrom pode ser um fator-chave para um envelhecimento saudável, ajudando a combater doenças metabólicas e melhorando a longevidade. Estratégias para ativar a BAT incluem exposição ao frio, exercício físico e possíveis terapias futuras.
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O estradiol (E2), apesar de ser um hormônio predominantemente associado à saúde feminina, desempenha um papel fundamental na saúde masculina. Ele é derivado da conversão da testosterona pela enzima aromatase e tem múltiplos efeitos benéficos para o organismo masculino.
Benefícios do Estradiol na Saúde Masculina
1. Saúde Óssea
Previne osteoporose → O estradiol regula a remodelação óssea e evita a perda de densidade óssea. Homens com níveis baixos de estradiol têm maior risco de fraturas.
Estudos mostram que a deficiência de estradiol contribui mais para a osteoporose masculina do que a deficiência de testosterona!
2. Saúde Cardiovascular
Protege os vasos sanguíneos → O estradiol melhora a elasticidade arterial e reduz inflamação. Reduz o risco de aterosclerose ao melhorar o metabolismo lipídico. Modula a pressão arterial → Atua na vasodilatação e regulação do óxido nítrico.
Homens com baixos níveis de estradiol têm maior risco de doenças cardíacas.
3. Regulação do Metabolismo e Gordura Corporal
Mantém a sensibilidade à insulina → Níveis adequados ajudam na regulação da glicose e previnem resistência à insulina. Influência na distribuição da gordura → Baixo estradiol pode levar a acúmulo de gordura abdominal.
Desequilíbrios podem aumentar o risco de diabetes tipo 2 e obesidade.
4. Saúde Sexual e Libido
Contribui para a libido masculina, junto com a testosterona. Afeta a função erétil ao modular o fluxo sanguíneo peniano. Baixos níveis podem causar disfunção erétil e redução da libido.
O estradiol é essencial para a regulação da função sexual masculina, mas precisa estar em equilíbrio.
5. Cérebro e Saúde Cognitiva
Protege contra neurodegeneração (associado a menor risco de Alzheimer e Parkinson). Melhora a memória e cognição → Influencia neurotransmissores como dopamina e serotonina. Baixos níveis podem aumentar ansiedade, depressão e piora cognitiva.
Homens mais velhos com estradiol muito baixo apresentam maior declínio cognitivo.
6. Saúde Muscular
Auxilia no crescimento e recuperação muscular ao regular a síntese proteica. Protege contra a degradação muscular durante dietas hipocalóricas.
Homens com estradiol muito baixo podem ter mais perda muscular e dificuldade em ganhar massa magra.
Conclusão: O Estradiol Deve Estar em Equilíbrio
Nem muito baixo, nem muito alto! O intervalo ideal de estradiol para homens geralmente fica entre 20-50 pg/mL. Muito baixo (<15 pg/mL) → Risco de osteoporose, baixa libido, disfunção erétil, piora cognitiva. Muito alto (>60-80 pg/mL) → Pode levar a retenção de líquidos, ginecomastia, fadiga e ganho de gordura.
Regular o estradiol é fundamental para a saúde masculina! Se houver sintomas de desequilíbrio, exames hormonais e acompanhamento médico são recomendados.
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Problemas urinários, como incontinência e micção frequente.
Alterações de humor, aumento da ansiedade e depressão.
Gravidade dos Sintomas e Idade
“A severidade dos sintomas aumenta com a idade, atingindo um pico entre 51 e 55 anos.
No entanto, neste estudo mais de 55% das mulheres entre 30 e 35 anos relataram sintomas moderados a severos, o que desafia a percepção de que a perimenopausa só ocorre em idades mais avançadas. Esse número aumentou para 64,3% entre mulheres de 36 a 40 anos. No entanto, a maioria das mulheres não procura tratamento para os sintomas da menopausa até os 56 anos ou mais. As mulheres na perimenopausa são 2 a 4 vezes mais propensas a sofrer episódios de depressão. Elas têm queixa comum de “nevoeiro mental” (brain fog), dificuldade de concentração e confusão. Infelizmente essas queixas são ignoradas por muitos médicos. Toda mulher merece uma reposição hormonal bem feita, inclusive as mulheres com lipedema.” – Alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
Muitas mulheres relataram sentir-se despreparadas para a perimenopausa e não suficientemente apoiadas por sistemas de saúde e no ambiente de trabalho.
A pesquisa enfatiza a necessidade urgente de mais estudos, informação e políticas de suporte para essa fase da vida.
Conclusão
A perimenopausa pode começar mais cedo do que se imagina e impacta significativamente a qualidade de vida. Apesar da alta na taxa de busca por atendimento médico, muitas mulheres não recebem suporte adequado. O estudo destaca a importância da conscientização sobre os sintomas e da criação de estratégias eficazes para melhorar o cuidado com a saúde da mulher durante essa transição.
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Atualmente, não existe uma “cura” para o envelhecimento, mas há algumas medicações e suplementos que demonstram potencial para retardar certos aspectos do processo de envelhecimento. Alguns dos mais estudados incluem:
1. Metformina
Usada para diabetes tipo 2, mas tem sido estudada por seus efeitos na longevidade.
Pode melhorar a sensibilidade à insulina, reduzir inflamações e modular vias metabólicas associadas ao envelhecimento.
Ensaios clínicos como o TAME (Targeting Aging with Metformin) estão avaliando seu impacto na longevidade.
2. Rapamicina e análogos (Rapalogs)
Inibidor de mTOR, uma via associada ao envelhecimento celular.
Estudos em animais mostram que prolonga a vida útil.
Pode melhorar a função imunológica e reduzir inflamações, mas tem efeitos colaterais significativos.
3. NAD+ Boosters (Nicotinamida Ribosídeo e NMN)
NAD+ é uma molécula essencial para a função mitocondrial e reparo do DNA.
Níveis caem com a idade, e suplementos como nicotinamida mononucleotídeo (NMN) e nicotinamida ribosídeo (NR) podem ajudar.
Estudos em animais são promissores, mas evidências em humanos ainda são limitadas.
4. Senolíticos (Ex: Dasatinibe + Quercetina)
Eliminam células senescentes (células “velhas” que não funcionam corretamente e promovem inflamação).
Estudos em camundongos indicam melhora na função física e prolongamento da vida.
Ensaios clínicos estão em andamento, mas ainda não há consenso sobre segurança a longo prazo.
5. Resveratrol
Encontrado em uvas e vinho tinto, ativa a via da sirtuína (relacionada à longevidade).
Estudos mostram benefícios metabólicos, mas a biodisponibilidade em humanos é baixa.
Pode ter efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.
6. Hormônios e Peptídeos
GH (hormônio do crescimento): controverso; pode melhorar a composição corporal, mas tem risco de câncer.
Melatonina: além de regular o sono, tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Epitalon: um peptídeo promissor, mas com poucas evidências clínicas.
O Que Funciona Comprovadamente?
Além de medicamentos, a melhor abordagem para combater o envelhecimento inclui: Dieta equilibrada (ex: Dieta Mediterrânea) Exercício físico regular Sono de qualidade Controle do estresse Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool
“Se estamos falando do envelhecimento biológico, essas medicações podem atuar em processos celulares, reduzindo inflamações, reparando DNA e otimizando a função mitocondrial. Mas se falamos do envelhecimento da alma, do espírito, da motivação para viver… nada supera o amor. O amor – seja por um parceiro, família, amigos ou até pela vida em si – tem um impacto real na longevidade. Estudos mostram que pessoas que mantêm conexões sociais fortes vivem mais, têm menor risco de doenças cardíacas e até menos demência. O amor libera oxitocina, dopamina e endorfinas, reduz o estresse e fortalece o sistema imunológico. Coisas que nenhuma pílula consegue replicar completamente. Então, se tivermos que escolher entre uma dose diária de rapamicina ou uma dose diária de amor, o amor ainda ganha.” – Conclui o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
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A exposição à luz artificial à noite, especialmente a luz azul de telas (celulares, computadores, TVs) e lâmpadas LED, pode desregular o relógio biológico, impactando diversos sistemas do corpo. Vamos ver como cada órgão e sistema é afetado pela luz noturna!
Desregula hormônios metabólicos como insulina, leptina e grelina.
A luz artificial noturna imita o dia, fazendo com que o corpo não reconheça o período de descanso.
Aumenta cortisol, gerando maior acúmulo de gordura visceral.
Consequências: Maior risco de diabetes tipo 2. Aumento do apetite noturno e desejo por carboidratos. Dificuldade para perder peso, mesmo com dieta e treino.
SISTEMA IMUNOLÓGICO: Maior Vulnerabilidade a Doenças
Como afeta?
O sono profundo é essencial para a produção de células de defesa (NK e linfócitos T).
A exposição à luz noturna reduz a capacidade do corpo de combater vírus e bactérias.
Consequências: Maior risco de infecções virais e bacterianas. Menor resposta vacinal (pessoas que dormem mal respondem pior às vacinas). Aumento da inflamação crônica, facilitando doenças autoimunes.
DNA E CÂNCER: Aumento do Risco de Tumores
Como afeta?
A inibição da melatonina desregula genes supressores de tumor.
Exposição prolongada à luz artificial noturna foi associada ao aumento do risco de câncer de mama, próstata e cólon.
Consequências: Aumento da proliferação celular descontrolada. Risco maior de mutações no DNA. Maior agressividade tumoral em cânceres já existentes.
MICROBIOTA INTESTINAL: Disbiose e Problemas Digestivos
Como afeta?
O ritmo circadiano regula o ciclo de bactérias intestinais.
Exposição à luz azul altera a diversidade da microbiota, favorecendo o crescimento de bactérias ruins.
Consequências: Maior risco de síndrome do intestino irritável (SII). Problemas de digestão e absorção de nutrientes. Aumento do risco de doenças intestinais inflamatórias (como Crohn e colite ulcerativa).
COMO EVITAR OS DANOS DA LUZ NOTURNA?
Use óculos bloqueadores de luz azul após o pôr do sol. Evite telas 2 horas antes de dormir ou use filtros de luz azul. Prefira iluminação âmbar ou vermelha à noite. Tenha uma rotina fixa de sono para fortalecer o ritmo circadiano. Use blackout no quarto e evite qualquer luz durante a noite.
Seu corpo precisa da escuridão para se regenerar! Priorize seu sono e proteja sua saúde.
Marque alguém que precisa saber disso e compartilhe essa informação!
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O Myocardial Strain é uma medida de deformação do miocárdio durante o ciclo cardíaco, calculada como a mudança na comprimento das fibras miocárdicas. Ele pode ser avaliado por ecocardiografia com rastreamento speckle (STE) ou ressonância magnética cardíaca (CMRI) e tem sido cada vez mais usado na avaliação da função cardíaca.
Principais vantagens do strain:
Detecta disfunção cardíaca precoce, antes mesmo da redução na fração de ejeção (LVEF).
Diferencia tipos de cardiomiopatia e monitora progressão da doença cardíaca.
Prediz eventos cardiovasculares adversos com maior precisão do que a fração de ejeção ventricular esquerda (LVEF).
Os principais métodos incluem: Ecocardiografia Speckle Tracking (STE) → Mais acessível e amplamente usada. Ressonância Magnética Cardíaca (CMRI) → Considerada o padrão-ouro para avaliação precisa. Doppler Tecidual (TDI) → Técnica mais antiga, mas menos precisa do que STE.
2. Tipos de Strain
Longitudinal Strain → Mede a deformação das fibras longitudinais do ventrículo esquerdo. É o mais sensível para detectar disfunção miocárdica precoce. Circunferencial Strain → Mede o encurtamento da circunferência ventricular. Radial Strain → Mede a espessura da parede ventricular durante a contração. Strain Rate → Mede a velocidade de deformação miocárdica, útil para avaliar função diastólica.
Aplicações Clínicas do Strain
Diagnóstico Precoce de Doença Cardíaca
Detecta disfunção subclínica antes da redução da fração de ejeção.
Diferencia miocardite, cardiomiopatia hipertrófica, dilatada e restritiva.
Avaliação de Doença Arterial Coronariana
O strain longitudinal reduzido indica isquemia miocárdica precoce.
Ajuda na estratificação de risco após infarto do miocárdio.
Monitoramento de Doença Cardíaca em Pacientes Oncológicos (Cardio-Oncologia)
Quimioterapias cardiotóxicas (ex.: antraciclinas, trastuzumabe) podem reduzir o strain antes da queda na LVEF.
Redução de >15% no strain longitudinal global (GLS) indica cardiotoxicidade precoce.
“Este exame é excelente para estratificação de risco em populações saudáveis e pessoas que utilizam ou já utilizaram esteroides anabolizantes. Redução do strain pode prever hipertrofia ventricular esquerda e insuficiência cardíaca futura. Pode ser útil no rastreamento de atletas e pacientes com hipertensão arterial. Ele deveria ser mais solicitado do que é usualmente.” – Indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).
Limitações e Desafios
Dependência da Qualidade da Imagem → Necessita de imagens de alta qualidade para análise precisa. Variação entre Equipamentos e Softwares → Resultados podem diferir entre máquinas e algoritmos. Curva de Aprendizado → Avaliação exige treinamento para garantir reprodutibilidade e interpretação correta.
Conclusão
O Ecocardiograma com Strain é um avanço significativo na cardiologia! Ele permite diagnóstico precoce, melhora a estratificação de risco cardiovascular e possibilita um monitoramento mais eficaz de doenças cardíacas. Seu uso crescente na prática clínica pode aprimorar significativamente o cuidado com pacientes cardíacos e oncológicos.
Mensagem-chave: O ecocardiograma com strain deve ser incorporado como uma ferramenta padrão na avaliação cardíaca, pois oferece maior precisão e detecção precoce da disfunção miocárdica em comparação com a fração de ejeção tradicional.
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