Está todo mundo usando remédio para emagrecer. Devo começar também?

Os conselhos sobre perda de peso estão em todos os lugares que você procura nas mídias sociais.

Hoje perder peso virou uma tendência. Somos bombardeados diariamente com “desafios”, tratamentos milagrosos, protocolos avançados entre outros nomes que são inventados a uma velocidade impressionante. O que ninguém fala é que ser saudável é totalmente diferente de parecer saudável.

As injeções que ajudam a aumentar a sensibilidade à insulina em pessoas com diabetes tipo 2, também suprimem o apetite, o que leva à perda de peso. Histórias de celebridades usando a droga para perder alguns quilos levaram a uma explosão de interesse.

Esse aumento do interesse gerou escassez do produto e um aumento das complicações devido ao uso sem orientação e prescrição médica.

As medicações com agonista do GLP-1 foram associadas a doenças da vesícula biliar e das vias biliares.

De acordo com uma recente revisão sistemática e meta-análise de 76 ensaios clínicos randomizados, o uso de agonistas do receptor do peptídeo 1 semelhante ao glucagon (GLP-1 RAs) foi associado a um maior risco de doenças biliares ou da vesícula biliar:

  • Colelitíase: RR 1,27 (IC 95% 1,10-1,47)
  • Colecistite: RR 1,36 (95% CI 1,14-1,62)
  • Doença biliar: RR 1,55 (95% CI 1,08-2,22)

Os resultados indicam que médicos e pacientes devem se preocupar com os riscos de doenças biliares ou da vesícula biliar com o uso de agonistas de GLP-1.

No entanto, o aumento do risco absoluto geral para doença biliar e da vesícula biliar com o uso de agonistas do receptor GLP-1 foi pequeno.

“A duração do uso também pareceu desempenhar um papel, pois os pacientes que estavam em um GLP-1 RA por períodos mais longos de tempo, mais de 26 semanas, tiveram um risco 40% maior de cálculo na vesícula biliar ou doença biliar. Quanto maior a dose e o período de uso, maiores as chances de apresentar complicações biliares. Essas medicações são seguras com orientação médica mas o seu uso sem prescrição pode ser perigoso e somente aumenta o preconceito dos médicos em relação ao uso de medicações anti-obesidade. Uma coisa é usar medicação com indicação e orientação. Outra coisa é esse uso desenfreado e exponencial.” – Alerta o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

A decisão de iniciar, continuar ou alterar a dose de um agonista de GLP-1 deve ser tomada por meio de uma discussão colaborativa e individualizada entre um médico e um paciente.

As medicações para perda de peso podem e devem ser usadas mas somente com orientação de um profissional capacitado.

Embora a obesidade seja uma doença, a perda de peso ainda é tratada como uma questão estética e o sistema de saúde não arca com o custo destas medicações. Quando iniciadas as medicações é necessário pensar em um tratamento contínuo pois a recuperação de peso é muito comum quando a medicação é suspensa. Uma vigilância contínua também é necessária.

Por isso, antes de iniciar a medicação é necessário entender que é um tratamento de longo prazo e com um custo alto. Parar o tratamento por falta de condições financeiras é algo muito comum. Usar uma medicação para entrar em um vestido não deve ser considerada uma atitude saudável ou positiva para a saúde.

Nossa cultura ainda trata a obesidade como uma falha moral, falta de força de vontade. A obesidade, assim como o lipedema, não é apenas uma doença da gordura. É algo muito complexo. Medicamentos não são a saída mais fácil mas devem ser utilizados e prescritos com orientação de médico capacitado.

Para consulta e agendamento com o Dr. Daniel Benitti em Campinas, ligue para (19) 3233-4123 ou (19) 3233-7911.

Para consultas com o Dr. Daniel Benitti em São Paulo, ligue para (11) 3081-6851.

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Sou vegana por isso sou saudável – Será que isso é verdade?

O veganismo aumentou em popularidade e segue aumentando principalmente entre os millennials. A prevalência de veganos não é clara e varia substancialmente em todo o mundo, mas acredita-se que 7 milhões de brasileiros (3,2% da população) são veganos e esse número tende a crescer anualmente.

Embora vários estudos tenham mostrado o efeito benéfico de uma dieta vegana na saúde humana, devido ao aumento do consumo de vegetais, frutas, nozes, grãos de cereais, legumes e sementes, o aumento da prevalência de ultraprocessados veganos representa um risco de ingestão nutricional desequilibrada.

Desenvolvimentos recentes na indústria alimentícia permitiram a criação de novas “carnes”  e substitutos de laticínios à base de plantas; Dentre eles, uma parcela desses são classificados como alimentos ultraprocessados. Os constituintes dos alimentos ultraprocessados incluem aditivos como texturizantes, corantes e emulsificantes.

Acredita-se que essa maior disponibilidade de alternativas alimentares à base de plantas para vegetarianos e veganos ajude no planejamento dietético; embora poucas informações sejam conhecidas sobre o efeito desses alimentos ultraprocessados, principalmente em relação à sua qualidade nutricional e efeitos funcionais.

O que são alimentos ultraprocessados?

Alimentos ultraprocessados são definidos como formulações de substâncias retiradas de alimentos combinadas com sabores, corantes, emulsificantes e outros aditivos cosméticos. A verdadeira definição do termo alimentos ultraprocessados é contestada; no entanto, esses produtos têm características que incluem alta densidade energética, alto teor de sódio, alto teor de gordura e açúcar livre e pobres em vitaminas e minerais, bem como fibras alimentares.

Alimentos ultraprocessados são comumente comercializados como saudáveis, pois se enquadram no rótulo vegano. Esses alimentos ultraprocessados se enquadram no sistema de classificação da NOVA. A classificação Nova foi elaborada em 2014 no Brasil!

“A classificação Nova é uma ferramenta que agrupa os alimentos de acordo com o nível de processamento pelo qual passou antes de chegar à mesa do consumidor. Isso inclui processos físicos, biológicos e químicos, que podem ocorrer após a colheita do alimento ou após a separação do alimento na natureza. Praticamente ninguém sabe disso.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Um estudo recente descobriu que uma maior evitação de alimentos de origem animal estava correlacionada com o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados, compreendendo 39,5% da ingestão de energia para veganos (33% para carnívoros, 32,5% para pescovegetarianos e 37% para vegetarianos). No entanto, ao avaliar a qualidade nutricional, os resultados demonstraram que isso aumentou com o nível de evitação de alimentos de origem animal, com os veganos consumindo a maior qualidade nutricional entre os grupos.

Este estudo demonstrou que veganos, vegetarianos e pesco vegetarianos consumiram maiores quantidades de produtos vegetais saudáveis e não saudáveis; destacando a heterogeneidade nas dietas vegetarianas e veganas. É improvável que aqueles que consomem uma proporção maior de formas processadas de alimentos à base de plantas se favoreçam dos benefícios à saúde atribuídos aos alimentos não processados à base de plantas.

Os pesquisadores observaram, no entanto, que é necessária uma maior compreensão dos alimentos à base de plantas, seu grau de processamento, perfil nutricional e adequação dos padrões de alimentação.

“Nem todos os substitutos de alimentos não veganos, como carne e laticínios, são ultraprocessados. No entanto, observou-se que faltam pesquisas públicas e acadêmicas sobre os efeitos dos produtos cada vez mais populares. Isso é preocupante, pois o consumo desses alimentos ultraprocessados pode levar a problemas de saúde, que incluem sobrepeso, obesidade, câncer, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e riscos cardiometabólicos.” – Alerta.

Deficiências nutricionais causadas pelo consumo de ultraprocessados vegano

As alternativas à base de plantas tendem a carecer de nutrientes essenciais. Por exemplo, o tofu é uma boa fonte de ômega-3, no entanto, esta forma de ômega-3, ácido alfa-linolênico, deve ser convertida em ácido eicosapentaenóico (EPA) ou ácido docosahexaenóico (DHA) para produzir um efeito funcional. No entanto, o corpo está mal equipado para converter o ALA nesses compostos funcionais. Isso é mais preocupante em mulheres amamentando!

Além disso, as fontes de proteína à base de plantas tendem a carecer de um perfil completo de macronutrientes essenciais. Mais comumente, eles são deficientes em um dos nove aminoácidos essenciais, o que requer proteínas balanceadas para a complementação dos aminoácidos.

Alternativamente, suplementos são necessários. Além disso, ultraprocessados veganos não contêm heme, derivado do sangue. O ferro não heme, que está presente nos alimentos veganos, é pouco absorvido, aumentando o risco de anemia entre os veganos. Em uma meta-análise de deficiência de ferro entre vegetarianos, veganos e onívoros, as mulheres veganas, em particular, foram consideradas o grupo de maior risco de desenvolver tal deficiência de ferro.

No geral, há um risco de saúde subestimado associado ao consumo excessivo de ultraprocessdos vegano. Há uma falsa equivalência entre o rótulo de vegano e a expectativa de equilíbrio nutricional. O aumento do uso de açúcares, gorduras saturadas, amidos, aditivos, que incluem emulsificantes, corantes e estabilizantes, aumentam subsequentemente o risco de problemas de saúde associados ao uso desses alimentos.

Em última análise, as dietas à base de vegetais como a dieta do mediterrâneo são consideradas benéficas para a saúde, em vez das dietas veganas que contêm altos níveis de alimentos ultraprocessados.

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O que são proteínas completas?

Saiba que identificar os alimentos com proteínas completas ajuda muito para manter um estado nutricional adequado

A maior dúvida nas mulheres com lipedema é o que elas devem comer. A alimentação é algo complexo que não pode e não deve ser mudado da noite para o dia. Isso apenas aumenta a chance de gerar distúrbios alimentares. Você é o que você como, mas muitas vezes a alimentação é um tratamento que você encontra para um dia ruim ou uma situação de estresse.

Antes de pensar em cortar carboidratos, é muito importante você pensar em ingerir proteínas. Você sabe que é importante observar a ingestão de açúcar, obter vitaminas suficientes e limitar os alimentos processados. Mas você sabe algo sobre a sua ingesta de proteínas?

Se você está comendo uma dieta versátil e saudável, a resposta curta é: você não precisa saber.

Mas a realidade da maioria das pessoas não é essa. A proteína é importante. Nossos corpos precisam de proteína para formar músculos, transportar nutrientes e construir e reparar tecidos. Portanto, é fundamental que você obtenha o suficiente. Mas se vem de fontes completas ou incompletas não é grande coisa, desde que você esteja comendo uma variedade de alimentos ricos em proteínas.

E comer uma grande variedade de proteínas pode ajudar a garantir que você obtenha tudo o que seu corpo precisa.

Existe diferença entre uma proteína completa e incompleta. Compreender isso ajuda a garantir que você possa obter seu suprimento de proteína de uma variedade de alimentos.

Proteínas completas vs. proteínas incompletas

Os aminoácidos são compostos orgânicos que seu corpo usa para produzir proteínas. As proteínas são essencialmente uma cadeia de aminoácidos.

Existem 20 aminoácidos diferentes que seu corpo precisa, e cada um deles tem funções diferentes. Por exemplo, o aminoácido histidina ajuda a produzir histamina, que dá energia e desempenha um papel importante no sistema imunológico do seu corpo. O aminoácido valina está envolvido no crescimento muscular, regeneração de tecidos e produção de energia. O triptofano produz a serotonina química do cérebro, que regula seu humor, apetite e sono.

Onze dos 20 aminoácidos de que nosso corpo precisa são, na verdade, produzidos por seu próprio corpo, então não precisamos nos preocupar em obtê-los de nossa dieta. Esses são chamados de aminoácidos não essenciais.

Os outros nove, denominados aminoácidos essenciais, temos de obter através dos alimentos.

Estes são referidos como aminoácidos essenciais e incluem:

  • Histidina;
  • Isoleucina;
  • Leucina;
  • Lisina;
  • Metionina;
  • Fenilalanina;
  • Treonina;
  • Triptofano;
  • Valina.

“Um alimento é considerado uma proteína completa quando contém todos os nove aminoácidos essenciais que nosso corpo não consegue produzir sozinho. Em comparação, as proteínas incompletas contêm alguns, mas não todos, dos aminoácidos essenciais, e em várias quantidades. Agora, as palavras “proteína completa” e “proteína incompleta” levariam você a acreditar que “completo” é bom e “incompleto” é de alguma forma deficiente. E embora seja verdade que as proteínas incompletas não contenham individualmente todos os nove aminoácidos essenciais, cada uma delas traz algo de especial para a mesa. Portanto, uma combinação saudável de proteínas incompletas pode fornecer o preenchimento completo de proteínas.” Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Exemplos de proteínas completas

As proteínas completas contêm todos os nove aminoácidos essenciais em quantidades consistentes. Fontes de proteína completas incluem coisas como:

  • Peixe;
  • Aves;
  • Ovos;
  • Carne bovina;
  • Carne de porco;
  • Laticínios.

Exemplos de proteínas incompletas

Embora muitas das proteínas completas sejam de origem animal, as proteínas incompletas são mais adequadas para vegetarianos e veganos. Eles incluem:

  • Legumes (feijão, ervilha, lentilha);
  • Nozes;
  • Sementes;
  • Grãos integrais;
  • Vegetais.

Mas existem fontes vegetais de proteína completa

  • Quinoa;
  • Tofu, Edamame;
  • Amaranto;
  • Trigo-sarraceno;
  • Espirulina;
  • Chia;
  • Arroz e feijão.

Combine suas proteínas

Você não precisa comer proteínas completas em todas as refeições para obter os efeitos de aumento de massa magra no corpo. O objetivo deve ser obter um equilíbrio desses aminoácidos essenciais ao longo do dia.

Portanto, se sua dieta for mais vegetariana e menos carne, não se preocupe. Embora as fontes vegetarianas de proteína sejam mais propensas a serem proteínas incompletas, misturar e combinar essas fontes de proteína pode fornecer todos os aminoácidos de que seu corpo precisa.

Quanto de proteína devo consumir?

Uma recomendação geral para adultos saudáveis é comer pelo menos 0,7 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia. Então, pegue seu peso e multiplique por 0,7 e é a quantidade de proteína que você precisa, seja de proteínas completas ou de uma variedade de proteínas incompletas.

Mas, na realidade, algumas pessoas podem precisar de mais proteína diariamente, dependendo do nível de atividade e saúde geral.

Uma pessoa que esteja desejando hipertrofia deve ingerir 2g de proteína por quilo.

“Não adianta querer ingerir muita proteína junta pois a capacidade de absorção do corpo é limitada a 35g por refeição. Por isso é importante ter espaço entre a ingesta proteica” – Finaliza

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5 exercícios para fazer enquanto você trabalha

Você está cansada de ouvir que precisa fazer 150 minutos de atividade física por semana. Isso inclui uma combinação de exercícios aeróbicos com treino de resistência. No entanto, a sua rotina faz esse número ficar sempre longe de você e se contar todo o tempo que você dedicou este ano para a atividade física não teremos somados os 150 minutos no total!

O que você não sabe é que estudos mostram que os mini treinos distribuídos ao longo do dia são tão eficazes quanto os mais longos. Isso é uma boa notícia para quem trabalha em uma mesa por 40 (ou mais) horas por semana.

Ficar sentada por longos períodos faz mal para o seu corpo que foi feito para se movimentar. Por isso você viverá mais se você levantar e se mexer. Mas se você fica presa à mesa a maior parte do dia de trabalho, uma caminhada na hora do almoço não é sua única opção de exercício.

“Um estudo mostra que curtos períodos (menos de 10 minutos) de atividade física de alta intensidade ao longo do dia podem afetar positivamente o peso. Cada minuto diário de exercício de alta intensidade reduz o risco de obesidade e síndrome metabólica. As pessoas têm que se adaptar e encontrar soluções para movimentar o corpo. A culpa nunca é da gordura. A gordura apenas representa o que está acontecendo com o corpo.” – Afirma o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Aqui listamos opções de atividade física para fazer durante o trabalho

Exercícios de cardio na mesa

Pedal de chão

Essas bicicletas estacionárias têm uma mesa onde o guidão deveria estar. Eles podem ser uma maneira conveniente de fazer exercícios aeróbicos no trabalho, especialmente se você estiver em muitas teleconferências ou ficar no computador. Esses pedais são excelentes para pessoas TDAH pois ajudar a gastar o excesso de energia e acalmar o cérebro.

Esteira

Trabalhar enquanto caminha pode ser complicado, mas é ótimo enquanto assiste a vídeos de treinamento ou faz pesquisas. Algumas esteiras portáteis dobram e deslizam para fora de vista quando você não as está usando.

Fortalecimento muscular isométrico

“Os isométricos envolvem contrair (apertar) e relaxar os músculos, um de cada vez. É a maneira mais simples de se exercitar no trabalho, pois ninguém saberá que você está fazendo isso. Concentre-se em um grupo muscular de cada vez, contraia-o e segure por três a 10 segundos (dependendo do seu nível de condicionamento físico). Trabalhe até três séries de 10 repetições.” – Indica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Aperto de glúteos (glúteos)

Aperte os músculos glúteos (bumbum) o mais forte que puder e segure. Você pode fazer sentada ou em pé.

Empurrão de mesa (núcleo)

Fique de pé e coloque as mãos sobre uma mesa ou escrivaninha. Tente empurrar a superfície para o chão. Você deve sentir todo o seu núcleo se envolver.

Hand press (parte superior do corpo)

Sentada em sua mesa, pressione as palmas das mãos juntas na frente do peito, com os cotovelos para o lado. Empurre as palmas das mãos uma na outra e segure. Trabalha bíceps, peito e tríceps.

Pressão das coxas (parte inferior do corpo)

Sentado em sua cadeira, coloque as palmas das mãos contra a parte externa dos joelhos. Empurre os joelhos contra as palmas das mãos, tentando abrir as pernas.

 Contração de panturrilha na cadeira

A panturrilha é o coração da sua perna. Valorize ela. Comece treinando a panturrilha enquanto está sentada. À medida que você fica mais forte, coloque algo pesado no colo para adicionar peso ou faça levantamentos na panturrilha enquanto fica atrás da cadeira.

Como fazer panturrilha com sua cadeira

Sente-se ereta na cadeira, com as costas sem apoio e os pés afastados na largura dos ombros.

Levante lentamente os calcanhares como se estivesse na ponta dos pés e segure.

Solte e abaixe os calcanhares de volta ao chão. Faça 10 repetições.

Agachamento na cadeira

Glúteos enfraquecidos e flexores do quadril tensos podem levar à síndrome do “bumbum morto”, que consiste em dormência e dor nas nádegas, quadris e região lombar associada a sentar demais.Isso aumenta muito o risco de trombose.

Fazer agachamentos na cadeira antes de sentar em sua mesa pode ajudar a fortalecer essas áreas.

Como fazer agachamento na cadeira

Fique na frente de sua cadeira com os pés na largura dos ombros e os dedos apontando para a frente.

Mantendo o peito e a cabeça erguidos, dobre os joelhos e leve os quadris para trás como se fosse sentar na cadeira.

Pare logo acima da cadeira e suba lentamente de volta à posição inicial. Apontar para 10 repetições.

Dicas para começar

Tornar o exercício parte de sua rotina diária de trabalho pode ser um desafio mas você deve tornar isso um hábito:

  • Encontre uma parceira para compartilhar idéias.
  • Transforme o exercício em um desafio de escritório definindo metas para passos, caminhadas ou exercícios de mesa.
  • Defina alarmes ao longo do dia para se lembrar de se exercitar.

Recompense-se após se exercitar um certo número de vezes ou atingir um novo marco em etapas, ou força. Recompensa não é igual à comida!

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Creatina: Será que vale a pena suplementar?

Mas eu tenho lipedema! E agora?! E o meu rim?! Sempre que falamos em creatina a primeira coisa que vem a cabeça das pessoas é musculação. A segunda é será que é perigoso? Pode afetar os rins?

A creatina é uma substância encontrada naturalmente nas células musculares. Ajuda os músculos a produzir energia durante levantamentos pesados ou exercícios de alta intensidade.

Tomar creatina como suplemento é muito popular entre atletas e fisiculturistas. Eles o usam para ganhar músculos, aumentar a força e melhorar o desempenho do exercício. A creatina é o suplemento mais estudado para o ganho de massa muscular.

Quimicamente falando, a creatina compartilha muitas semelhanças com os aminoácidos, compostos importantes no corpo que ajudam a construir proteínas. Seu corpo pode produzir creatina a partir dos aminoácidos glicina e arginina.

Cerca de metade das reservas de creatina do seu corpo vêm dos alimentos que você come – especialmente carne vermelha e frutos-do-mar e o restante é produzido no fígado e nos rins a partir de aminoácidos.

As características da creatina variam entre homens e mulheres, com as mulheres exibindo reservas endógenas de creatina 70-80% menores em comparação com os homens.

Cerca de 95% da creatina do corpo é armazenada nos músculos, principalmente na forma de fosfocreatina. Os outros 5% são encontrados no cérebro e nos testículos (homens).

Quando você suplementa, você aumenta seus estoques de fosfocreatina. Esta é uma forma de energia armazenada nas células. Ele ajuda seu corpo a produzir mais de uma molécula de alta energia chamada ATP.

O ATP é muitas vezes chamado de moeda de energia do corpo. Quando você tem mais ATP, seu corpo pode ter um desempenho melhor durante o exercício e isso reduz a fadiga.

A creatina também altera vários processos celulares que levam ao aumento da massa muscular, força e recuperação.

A suplementação de creatina entre mulheres na pré-menopausa é eficaz para melhorar a força e o desempenho do exercício. As mulheres na pós-menopausa também podem experimentar benefícios no tamanho e na função do músculo esquelético ao consumir altas doses de creatina; e efeitos favoráveis no osso quando combinado com treinamento de resistência. Evidências pré-clínicas e clínicas indicam efeitos positivos da suplementação de creatina no humor e na cognição, possivelmente restaurando os níveis de energia cerebral e a homeostase. A suplementação de creatina pode ser ainda mais eficaz para as mulheres, apoiando um ambiente pró-energético no cérebro. Além disso, temos evidência que a creatina auxilia nas gestações de alto risco com diminuição da mortalidade.

Como a creatina ajuda na massa muscular?

A creatina ajuda a ganhar músculos das seguintes maneiras:

  • Carga de trabalho aumentada. Ele permite mais trabalho total ou volume em uma única sessão de treinamento, um fator-chave no crescimento muscular a longo prazo.
  • Sinalização celular melhorada. Pode aumentar a sinalização das células satélites, ajudando na reparação muscular e no crescimento de novos músculos.
  • Hormônios anabólicos aumentados. Estudos observam um aumento nos hormônios, como IGF-1, após tomar creatina
  • Aumento da hidratação celular. A creatina eleva o conteúdo de água dentro das células musculares, causando um efeito de volumização celular que pode desempenhar um papel no crescimento muscular
  • Redução da quebra de proteínas. Pode aumentar a massa muscular total reduzindo a degradação muscular.
  • Níveis mais baixos de miostatina. Níveis elevados da proteína miostatina podem retardar ou inibir o crescimento de novos músculos. A suplementação com creatina pode reduzir esses níveis, aumentando o potencial de crescimento.

Vegetarianos e veganos

Os vegetarianos e veganos tendem a ter baixos estoques de creatina porque não comem carne, que é a principal fonte alimentar natural.

Em um estudo com vegetarianos, a suplementação causou uma melhora de 50% em um teste de memória e uma melhora de 20% nas pontuações de testes de inteligência.

Mesmo em adultos saudáveis, a suplementação de creatina pode melhorar a memória e a inteligência de curto prazo.

Segurança e efeitos colaterais

“A creatina é um dos suplementos disponíveis mais bem pesquisados, e estudos com duração de até 4 anos não revelam efeitos negativos. Um dos estudos mais abrangentes mediu 52 marcadores sanguíneos e não observou efeitos adversos após 21 meses de suplementação. Também não há evidências de que a creatina prejudique o fígado e os rins em pessoas saudáveis que tomam doses padrão. No entanto, pessoas com problemas hepáticos ou renais preexistentes devem consultar um médico antes de suplementar.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Diferentes tipos de suplementos

A forma de suplemento mais comum e bem pesquisada é chamada de creatina monohidrata.

Muitas outras formas estão disponíveis, algumas das quais são promovidas como superiores, embora faltem evidências para esse efeito.

A creatina monohidratada é a mais barata e é apoiada por centenas de estudos. Até que novas pesquisas afirmem o contrário, parece ser a melhor opção.

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Como está o seu relacionamento com as outras pessoas?

Embora cada vez mais você não quer conversar ou conviver com os outros, o seu corpo e cérebro não pensam dessa forma

As relações sociais influenciam a saúde física e são muito importantes para a sua saúde mental. Novas pesquisas em psicologia social e ciências da personalidade sugerem que a maneira como você se sente sobre seus relacionamentos íntimos pode estar afetando a maneira como seu corpo funciona.

Experiências positivas e negativas em nossos relacionamentos contribuem para nosso estresse diário, enfrentamento e fisiologia, como pressão arterial e reatividade da frequência cardíaca. Além disso, não é apenas como nos sentimos sobre nossos relacionamentos em geral que importa; os altos e baixos também são importantes. Muito mais do que as pessoas imaginam

Um recente estudo avaliou, ao longo de três semanas, 4.005 participantes com check-ins diários por meio de seu smartphone ou smartwatch, fornecendo avaliações de pressão arterial, frequência cardíaca, estresse e enfrentamento. A cada três dias, os participantes também compartilharam reflexões sobre seu relacionamento mais próximo, detalhando suas experiências positivas e negativas.

Os pesquisadores descobriram que, em média, as pessoas com mais experiências positivas e menos experiências negativas relataram menor estresse, melhor enfrentamento e menor reatividade da pressão arterial sistólica, levando a um melhor funcionamento fisiológico na vida diária. Por outro lado, a variabilidade – ou altos e baixos diários – em experiências negativas de relacionamento, como conflito, foram especialmente preditivas de resultados como estresse, enfrentamento e pressão arterial sistólica geral.

“A pandemia mostrou para todos como sentimos falta do convívio social. Desde 2020 vejo uma tensão, turbulência e variabilidade consideráveis nos relacionamentos das pessoas. Isso altera indiretamente o estresse, o enfrentamento e a fisiologia na vida diária, todos os quais têm implicações importantes para o bem-estar físico. Ninguém valoriza esses critérios numa consulta médica mas eles são extremamente importantes e devem ser questionados.” – Analisa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Se houve alteração da pressão arterial e batimentos cardíacos, imagine o que acontece com o sistema nervoso simpático, toda a fisiologia hormonal e neuroendócirna.

Provavelmente este estudo irá abrir portar para examinar outros estados fisiológicos, como respostas neuroendócrinas ou do sistema nervoso simpático, como resultados de experiências diárias de relacionamento positivo e negativo, que podem revelar diferentes padrões de associações.

A qualidade de nossos relacionamentos pode determinar quem vive e quem morre; esta pesquisa aponta para alguns caminhos pelos quais os relacionamentos podem contribuir ou prejudicar a saúde física.

Você está feliz com os seus relacionamentos?

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Framingham: O estudo e a cidade que mudaram a medicina!

Já se passaram 75 anos desde que uma pequena comunidade de classe média próxima a Boston nos Estados Unidos tornou-se a chave para ajudar a resolver os mistérios das doenças cardiovasculares.

O Framingham Heart Study (FHS) foi estabelecido em 1948 para melhorar a compreensão da epidemiologia da doença cardíaca coronária nos EUA. Em 1961, um trabalho seminal identificou os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares (pressão alta, níveis elevados de colesterol e evidências no eletrocardiograma de hipertrofia ventricular esquerda), que mais tarde formaram a base para algoritmos multivariados de previsão de risco de 10 e 30 anos.

Fumar. Colesterol. Pressão arterial. Obesidade. Hoje é muito claro estes fatores como agravantes para doenças cardiovasculares. Mas na década de 1940, com uma em cada duas mortes causadas por doenças cardiovasculares e mesmo depois que o presidente Franklin Roosevelt morreu de insuficiência cardíaca e um derrame fulminante, a informação teria sido considerada revolucionária.

O mundo mudou aos trancos e barrancos desde 11 de outubro de 1948, quando, motivados pela legislação assinada após a morte do presidente, os pesquisadores examinaram o primeiro voluntário da comunidade para o Framingham Heart Study. Eles foram um dos 5.209 homens e mulheres, em sua maioria brancos, que participaram de exames físicos, amostras de laboratório e questionários, e que concordaram em retornar a cada dois anos. Cerca de dois terços dos adultos da cidade participaram!

Framingham popularizou a ideia de fatores de risco cardiovascular, as condições ou comportamentos que aumentam as chances de ter um ataque cardíaco ou derrame. Pesquisadores da ESF publicaram trabalhos abordando esses fatores, como pressão alta, sedentarismo e excesso de peso. O estudo refinou a ideia de colesterol “bom” e “mau”. E já em 1960, apontava o tabagismo como um dos culpados pelas doenças cardíacas.

“O trabalho continua a se ramificar do coração para o cérebro e até mesmo para o nível molecular, adaptando-se às demandas da ciência. Sempre que a ciência torna algo possível, eles colocam no estudo. Os dados do Framingham Heart Study geraram mais de 3.700 estudos publicados em revistas médicas indexadas. Framingham é a prova viva do poder salvador da pesquisa científica.” – Explica o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

O estudo engloba hoje três gerações de participantes (n ≈ 15.000) e duas coortes minoritárias. As coortes são densamente fenotipadas, com exames recorrentes de acompanhamento e vigilância para desfechos cardiovasculares e não cardiovasculares. A avaliação da doença subclínica e o perfil fisiológico dessas coortes (com o uso de ecocardiografia, monitoramento eletrocardiográfico ambulatorial, teste ergométrico, TC cardíaca, RM do coração e do cérebro, tonometria vascular seriada e acelerometria) foram realizados repetidamente. Na última década, as coortes passaram por perfis profundos de genômica global (incluindo sequenciamento de todo o genoma, análise de metilação do DNA, transcriptômica, proteômica e metabolômica de alto rendimento e estudos de microbioma). Os pesquisadores conduziram o sequenciamento completo do genoma de cerca de 4.000 pessoas. Seu programa de pesquisa cerebral já recebeu 230 cérebros de participantes que já morreram, com mais 572 participantes inscritos para doar os seus.

O FHS é um estudo de coorte rico, longitudinal, transgeracional e profundamente fenotipado, com foco sustentado em métodos epidemiológicos de ponta e avanços tecnológicos para facilitar descobertas científicas. Ainda veremos mais estudos publicados baseados nos dados do FHS.

https://www.nhlbi.nih.gov/science/framingham-heart-study-fhs

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Dia mundial da saúde

Uma saúde que é fundamental é a saúde mental. Infelizmente poucas pessoas se importam com ela até o momento em que desabam. Hoje nos estressamos muito e cuidamos pouco de nós mesmos. Uma forma de melhorar a sua saúde é mudar a sua forma de pensar.

Aproveite estas 7 dicas valiosas para melhorar sua saúde mental

1. O problema raramente é um problema

  • 91,4% das suas preocupações não irão se tornar realidade;
  • Perto de 8% das suas preocupações se tornarão reais;
  • A maior parte do tempo o problema não é um problema. A maneira que você pensa que é o problema;
  • Releia a frase acima.

2. Evite depreciar-se

  • Narcisismo é diferente de amor-próprio;
  • Ame-se. Você é o que você é e sobreviveu a tudo que você passou;
  • Você é uma guerreira e deve se ver dessa forma;
  • Cuidado com a ruminação mental.

3. Silêncio e tempo

  • Falar é prata mas calar-se é ouro;
  • Não tem nada que o tempo não resolva;
  • A verdade da vida é: a maioria dos problemas não serão resolvidos com a seu excesso de preocupação;
  • Você encontrará a maioria das respostas em silêncio, com a mente limpa;
  • Se o problema não tem solução, pare de tentar resolver ele. Adapte-se. Transforme-se.

4. Questione-se

Quando você começar a se criticar pelos erros do passado ou a ver desastres em cada esquina, pergunte-se:

  • Há algo que eu possa fazer agora para mudar o passado ou influenciar positivamente o futuro?
  • Se a resposta for sim, tome uma atitude.
  • Se a resposta for não, deixe pra lá.
  • Todo o resto é automutilação!
  • O seu cérebro é feito para guardar lembranças negativas. Domine isso!

5. O poder do agora

  • Tudo o que você tem é o agora. O presente;
  • Você não pode mudar o passado, mas o que você faz hoje vai impactar o seu futuro;
  • Aprender com as experiências passadas faz o seu futuro valer mais a pena;
  • Faça as pazes com o seu passado e domine o seu futuro;
  • 50 minutos de atividade física na semana geram uma perda de peso de 1kg em 6 meses!

6. Aceitação gera paz

Compreender a sua singularidade como um privilégio é a única forma de encontrar a paz interior.

A paz é encontrada na aceitação:

  • Aceite suas imperfeições;
  • Aceite o incontrolável;
  • Aceite as incertezas;
  • Você não precisa compreender, tolerar ou esquecer, mas se você quer paz, você precisa aceitar.

7. A saúde física começa com a saúde mental

Você pode fazer atividade física, comer saudável, beber água, tomar vitaminas e suplementos, mas se você não confrontar a negatividade nos seus pensamentos, você nunca será saudável.

  • Nossa saúde não é medida em escalas, tamanho de bíceps, cintura ou quadril;
  • A saúde é medida pela qualidade dos seus pensamentos, da sua auto imagem e da aceitação;
  • Pare de ir atrás de números, medidas ou peso;
  • Não tenha vergonha ou medo de fazer terapia.

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A idade da menopausa influencia no risco de demência?

Será que vale a pena fazer reposição hormonal se eu tiver Lipedema?

As mulheres apresentam um risco maior do que os homens a desenvolver a doença de Alzheimer (AD). As mulheres representam dois terços da população vivendo com AD.

Um novo estudo, liderado por pesquisadores do Mass General Brigham, lança luz sobre a relação entre o risco de doença de Alzheimer e a idade da menopausa e o uso de terapia hormonal. Os resultados, publicados no JAMA Neurology, indicam que a idade precoce da menopausa pode ser um fator de risco para a demência da DA, mas que as mulheres que receberam terapia hormonal por volta da idade do início da menopausa não apresentaram risco aumentado.

A menopausa precoce, definida como a menopausa que ocorre espontaneamente antes dos 40 anos ou devido a intervenção cirúrgica antes dos 45 anos, tem sido associada ao aumento do risco de demência da doença de Alzheimer. A terapia hormonal melhora muitos sintomas graves relacionados à menopausa e foi levantada a hipótese de também prevenir o comprometimento cognitivo.  Eles estudaram duas proteínas relacionadas a DA a proteína beta-amiloide e tau. Enquanto estudos anteriores examinaram sintomas de declínio cognitivo em mulheres na menopausa, poucas investigações analisaram os fatores biológicos subjacentes a essas mudanças, que podem estar em jogo na determinação do risco de doença de Alzheimer.

“O estudo WHI descobriu que o uso de terapia hormonal estava associado a uma incidência quase duas vezes maior de demência em comparação com um placebo entre mulheres com 65 anos ou mais, possivelmente devido ao início da reposição hormonal muitos anos após o início da menopausa. Os últimos estudos e novas formas de hormônios mostraram diversos benefícios da reposição hormonal sem aumento do risco de câncer ou trombose quando realizada de forma correta e em doses fisiológicas. As mulheres com lipedema se beneficiam muito da reposição hormonal quando feita de forma individualizada e por um médico especialista em Lipedema.” – Informa o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

No estudo, os pesquisadores descobriram que os níveis mais altos de tau, uma proteína envolvida na doença de Alzheimer, foram observados apenas em usuárias de terapia hormonal que relataram um longo atraso entre a idade de início da menopausa e o início da terapia hormonal. A ideia de que a deposição de tau pode estar por trás da associação entre a intervenção tardia da terapia hormonal e a demência da doença de Alzheimer foi uma grande descoberta, algo que não havia sido visto antes.

Eles analisaram PET scans de 292 adultos cognitivamente intactos para determinar os níveis de amiloide e tau em sete regiões do cérebro. Tau, conhecido por estar presente em maiores quantidades em mulheres em comparação com homens nessas regiões do cérebro, foi o foco principal da investigação, pois sua presença pode oferecer uma visão sobre os aspectos específicos demência relacionadas ao sexo e os riscos que as mulheres pós-menopausa podem experimentar, mesmo antes de começarem a apresentar sintomas de declínio cognitivo.

Como esperado, as mulheres tinham maiores níveis de tau em comparação com os homens da mesma idade, especialmente nos casos em que também apresentavam níveis elevados de beta-amiloide. Mas os pesquisadores também descobriram que a associação entre níveis anormais de beta-amiloide e tau era muito mais forte em mulheres que tiveram início da menopausa mais cedo, mesmo após o ajuste para causas conhecidas de menopausa prematura, como tabagismo e ooforectomia, e até mesmo fatores de risco genéticos para demência DA.

Até 10 por cento das mulheres experimentam menopausa prematura ou precoce, essas novas descobertas sugerem que a idade mais precoce da menopausa pode ser um fator de risco para a demência AD. A terapia hormonal pode ter efeitos negativos sobre a cognição, mas apenas se iniciada vários anos após a idade da menopausa. Esses achados observacionais apoiam as diretrizes clínicas de que a terapia hormonal deve ser administrada próximo ao início da menopausa, mas não vários anos depois.

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Leite A2: Você sabia que existem diferenças entre os leites?

Será que tem algum que seria melhor para quem têm Lipedema?

Recentemente, um novo tipo de leite de vaca apareceu nas geladeiras de laticínios dos supermercados, mas poucas pessoas sabem disso. Este produto, chamado leite A2, tem gerado diversos estudos ainda com resultados conflitantes mas com características muito positivas.

Os defensores do leite A2 afirmam que é mais fácil de digerir e absorver do que outros tipos de leite. Este artigo fornece uma visão geral do leite A2, seus possíveis benefícios e riscos à saúde e pesquisas atuais em torno do produto.

O leite é uma boa fonte de proteína, contendo 8 gramas por copo. É o único alimento com todos os macro nutrientes. As duas principais proteínas do leite são a caseína e o soro de leite.

A caseína representa cerca de 80% da proteína do leite. Existem também diferentes tipos de caseína, uma das quais se chama beta-caseína.

A beta-caseína compõe cerca de 30% da proteína do leite de vaca. A1 e A2 são duas variantes da beta-caseína.

Historicamente, as vacas produziam leite que continha apenas a forma A2 da beta-caseína. Hoje, a maior parte do leite disponível nos supermercados em geral contém principalmente proteínas A1. Isso está começando a mudar novamente.

“As proteínas A1 e A2 afetam o corpo de maneira diferente. Quando a proteína A1 é digerida no intestino delgado, ela produz um peptídeo bioativo com forte atividade opióide chamado beta-casomorfina-7 (BCM-7). Os intestinos absorvem o BCM-7 e ele passa para o sangue. Provavelmente o BCM-7 causa desconforto estomacal e sintomas semelhantes aos experimentados por pessoas com intolerância à lactose. Existem diversos estudos ligando o BCM-7 a inflamação. A estrutura da proteína A2 é mais comparável ao leite materno humano, bem como ao leite de cabra, ovelha e búfala. Hoje no Brasil temos bastante Gir leiteiro que são apenas A2A2.” – Escalrece o Dr. Daniel Benitti, cirurgião vascular médico especialista em Lipedema que atende em São Paulo, Campinas e a distância (online).

Benefícios do leite A2

Os sintomas de desconforto estomacal, como gases, inchaço e diarréia que ocorrem após o consumo de laticínios, são normalmente atribuídos à intolerância à lactose. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que é o BCM-7, e não a lactose, que afeta a digestão e produz sintomas semelhantes à intolerância à lactose em algumas pessoas.

Um estudo em adultos com intolerância ao leite autorreferida comparou os efeitos de beber leite comum que continha proteínas A1 e A2 com leite somente A2 na função intestinal, desconforto estomacal, inflamação e tempo de resposta cerebral.

Os participantes consumiram 1 copo de leite duas vezes ao dia durante 2 semanas. Eles relataram pior dor de estômago após consumir o leite normal, mas nenhuma mudança nos sintomas depois de beberem o leite A2.

Os participantes também relataram fezes mais frequentes e de consistência mais mole enquanto bebiam o leite normal. Esses sintomas não ocorreram após o consumo do leite A2.

Os participantes tinham níveis mais altos de marcadores inflamatórios após beberem o leite normal.

A pesquisa mostrou também que o leite pode afetar a função cerebral. Os participantes do estudo levaram mais tempo para processar as informações e cometeram mais erros em um teste depois de beber leite normal em comparação com o leite A2.

Em outro estudo também relacionaram o BCM-7 a uma capacidade prejudicada de planejar e executar ações em crianças.

Riscos do leite tipo A2

O leite A2 ainda contém lactose e proteína do leite, por isso não é apropriado para pessoas com intolerância à lactose, galactosemia ou alergia ao leite.

Ainda teremos um debate sobre os dois tipos de leite mas sugere-se consumir o leite e laticínios A2.

Além disso, algumas pessoas optam por não consumir laticínios e seguir uma dieta vegana, a dieta Paleo, ou tentar reduzir a acne e outras condições eliminando os laticínios.

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